The Catholic Biblical Quarterly de outubro 2009
Veio bem "gordinha", com suas 271 páginas...
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PDQ is a journal designed to provide a bridge between blogging and academia. It will provide stable citeable references for selected weblog posts focussed upon or of interest to the pre-Renaissance past. It is compiled from articles submitted by bloggers on a quarterly basis. The journal is available in three formats. There is a PDF downloadable copy for free. There is a paper copy which can be ordered via Lulu, which is set to the cost of printing and delivery only. Finally we intend that the journal will also be placed in a repository for long-term curation. Until the details are finalised it will be available in XHTML format from a server based at NYU’s Institute for the Study of the Ancient World. PDQ is released under a Creative Commons BY-NC-ND licence, making it freely copyable. We are looking for submissions on any medieval / ancient / prehistoric topics from bloggers which fall into the categories below. Additionally each edition has a theme which we welcome submissions from historians and archaeologists of any period to contribute to. See the Calls for Papers for forthcoming topics. Submission deadlines are the ends of February, May, August, November.
If weblogs are producing material that’s getting cited in peer-reviewed literature then why is PDQ necessary? Weblogs are transitory and may disappear at short notice. The same can be said of print publications, it can be difficult to secure a copy of a publication if its gone out of print - especially if the print run was only a couple of hundred copies. Weblogs can also be edited which means that two people citing the same URL might not be citing the same text. PDQ aims to provide a canonical version of the article in a citation-friendly format. It also aims to preserve included entries for a long period of time.
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La edición parcial "on-line" contiene los títulos de los artículos, y breves reseñas de cada uno de ellos. En los números anteriores se van incluyendo paulatinamente artículos completos en formato pdf.
Integran el Consejo de Asesoramiento Internacional Pablo Andiñach (Buenos Aires, Argentina), Francolino Gonçalves (Jerusalén, Israel), Daniel Kerber (Montevideo, Uruguay), Johan Konings (Belo Horizonte, Brasil), Ricardo Pietrantonio (Buenos Aires, Argentina), José Luis Sicre (Granada, España) y Horacio Simian-Yofre (Roma, Itália).
El Consejo de Redacción está formado por Ramón Dus, Gabriel Nápole, Damián Nannini, Claudia Mendoza y Fernando Albistur. El editor es Andrés C. Telesca / Editorial San Benito (de e-mail recebido da revista)Marcadores: revistas
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O presente número visa ampliar o horizonte de compreensão do Oriente Médio Antigo, a partir da inclusão de povos de origem afro-asiática (Egito, Cuch ou Etiópia, Sabá) na constituição da tradição judaico-cristã. Deste modo queremos resgatar os textos bíblicos da sua unilateral interpretação ocidental, que negligenciou a participação ativa da África no imaginário israelita e cristão. Partimos (...) da constatação de que há uma participação ativa e constante do mundo africano nas experiências antropológicas do Israel bíblico e pós-bíblico. Quando se vê a história do povo de Israel e de Judá a partir de óticas ocidentais, deixa-se de considerar a África como uma das perspectivas culturais e religiosas para a compreensão da Palestina.
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No presente número de Estudos Bíblicos, os "biblistas mineiros" damos continuidade ao assunto tratado no número 71 (2001), intitulado "Israel e sua história", entretanto publicado também como livro avulso pela Ed. Vozes (como possivelmente o será também o presente fascículo). Alguns pressupostos literários e históricos encontram-se mais amplamente desenvolvidos na publicação anterior...
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Since at least the 19th century Hebrew Bible scholarship has traditionally seen priests and prophets as natural opponents, with different social spheres and worldviews. In recent years several studies have started to question this perspective. The Priests in the Prophets examines how the priests are portrayed in the Latter Prophets and analyzes the relationship between priests and prophets. The contributors also provide insights into the place of priests, prophets, and some other religious
specialists in Israelite and Judean society in pre-exilic and post-exilic times.
Ou seja: estaria ocorrendo, nos últimos anos, uma mudança da postura, assumida pelos especialistas desde o século XIX, sobre a relação entre sacerdotes e profetas como oponentes naturais. Nos últimos anos, muitos estudos começaram a questionar esta perspectiva...
A de Henrietta L. Wiley, Denison University, Granville, OH, USA, publicada em 17 de dezembro de 2005 e que diz, ainda no começo de seu texto:That the prophets' criticism of the cult was directed at the incumbents of the priestly office, not the office itself, has been forcefully argued from a wide range of perspectives in this volume. After reading it, I am once again impressed by the need for more research on the place of the Jerusalem temple in the politics and economy of Judah during the Babylonian, Persian, and Hellenistic periods. This research is indeed indispensable to our ongoing attempt to appreciate the social and religious factors that motivated the prophets' criticisms of the priests.
Most of the questions that these authors address pertain to the history of Israelite religious life. What were historical characteristics of the roles of priest and prophet? How did they interact? To what historical realities of cultic politics and public worship are the authors of the prophetic books responding? Some pieces address these issues as they relate to specific passages in prophetic literature, while others concern themselves with the role of prophets in general vis-à-vis the cult. Among those in the latter category, a number address the idea that there was bitter antagonism between priests and prophets. This notion has dominated Protestant scholarship for decades, if not centuries, with the claim that prophets of Yahweh preached a religion of ethics against priestly legalism and ritualism that sought not to serve Yahweh but to imitate the imitate Israel’s pagan neighbors. Several of the authors in this volume refute this claim quite nicely.Bom, como gosto de estudar o profetismo bíblico, é algo que devo tomar como uma "provocação" a ser considerada. "Oponentes naturais" eu não diria, mas continuo a ver, em muitos profetas, uma crítica muito profunda ao modo como o sacerdócio era exercido em Betel, em Jerusalém e, talvez, em outros lugares...
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.Königsberg, Alemanha, 1943: nesta ocasião, Martin Noth propõe, pela primeira vez, que os livros de Josué, Juízes, Samuel e Reis formam uma coletânea (Sammelwerk) de tradições, que deverá ser chamada de historiografia deuteronomista. Nome que lhe é atribuído por sua grande semelhança com as leis e os discursos exortativos do Deuteronômio. Livro este, que, por sua vez, em seus discursos iniciais, cumpre a função de introdução à coletânea. Para Noth, a OHDtr (= Obra Histórica Deuteronomista) teria sido redigida por um só autor, possivelmente na Palestina do século VI a.C., com o objetivo de explicar o fim do reino de Judá e o exílio babilônico então em curso como fruto da apostasia do povo (1).Hoje, mais de 60 anos após a “invenção” de Noth, dezenas de hipóteses sobre a OHDtr, espalhadas em milhares de estudos, são propostas pelos especialistas, destacando-se, entre elas, duas correntes: a de Cross e a de Smend.
Frank Moore Cross, em um artigo de 1968, reeditado em 1973, propõe duas edições da OHDtr: a primeira, elaborada na época de Josias (640-609 a.C.), é um escrito otimista que dá suporte e celebra a reforma político-religiosa deste rei de Jerusalém; a segunda, escrita durante o exílio, é marcada pela experiência da catástrofe de 586 a.C. e transforma o anterior escrito de propaganda em explicação teológica das causas da desgraça que atingiu Jerusalém e Judá. Seus discípulos R. D. Nelson e R. E. Friedman, além de muitos outros pesquisadores, seguem-no de perto (2).
Saindo de Harvard, nos Estados Unidos, para Göttingen, na Alemanha, encontramos a hipótese de Rudolf Smend, feita em 1971 e retomada em 1978, e de seus discípulos W. Dietrich e T. Veijola. Eles propõem três redações para a OHDtr, todas escritas no tempo do exílio. Para Smend, à semelhança de M. Noth, o objetivo da OHDtr seria o de explicar a catástrofe do exílio. Muitos pesquisadores, sobretudo nos países de língua alemã, aderiram às suas explicações (3).
É evidente que a maior parte das questões sobre a OHDtr ainda não foram satisfatoriamente respondidas. Como, por exemplo: quem escreveu esta obra? Quando? Quantas modificações sofreu? Onde começa? Qual o seu objetivo? E até: existe mesmo uma OHDtr? Também: não estaríamos atribuindo ao “deuteronomista” muitas coisas sobre as quais não conhecemos a origem? Existe, de fato, um “pan-deuteronomismo”? Uma “invasão” de teologia deuteronomista em vários livros bíblicos, como muitos sugerem, é aceitável?
A proposta deste artigo é apontar, apesar de todas estas questões, o contexto em que a OHDtr foi escrita. Esta tentativa talvez suscite mais questões do que ofereça respostas. Entretanto, um bom ponto para começarmos a pensar a situação é o seguinte: do século XII a.C. (época da chegada dos “Povos do Mar”) até 745 a.C. (época do rei assírio Tiglat-Pileser III), quase nenhuma interferência duradoura de grandes impérios pode ser detectada na região de Canaã, permitindo aos povos da região uma relativa estabilidade e a construção de sua independência (4) . Mas a partir de 745 a.C.... Assim começaremos a delinear nosso contexto a partir da metade do século VIII a.C.
NOTAS
(1). O livro de M. Noth chama-se Überlieferungsgeschichtliche Studien [Estudos de história das tradições]. Cf. DE PURY, A.; RÖMER, T.; MACCHI, J.-D. (éds.) Israël construit son histoire: l’historiographie deutéronomiste à la lumière des recherches récentes. Genève: Labor et Fides, 1996, p. 18-39.
(2). O artigo de CROSS, F. M. The Themes of the Book of Kings and the Structure of the Deuteronomistic History pode ser lido em seu livro Canaanite Myth and Hebrew Epic: Essays in the History of the Religion of Israel. Cambridge, Massachusetts: Harvard University Press, 1973, p. 274-289 (Reprint Edition: 1997).
(3). Cf. SMEND, R. Die Entstehung des Alten Testaments. Stuttgart: Kohlhammer, 1978 [1990].
(4). Autores tão diferentes como John Bright e Mario Liverani concordam neste ponto. Cf. BRIGHT, J. História de Israel. 7. ed. São Paulo: Paulus, 2003, p. 327; LIVERANI, M. Oltre la Bibbia: storia antica di Israele. Roma-Bari: Laterza, 2003 [4. ed.: 2005], p. 159
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