Projeto Floresta Zero
A força da bancada ruralista. Bancada detonou política ambiental - Em Notícias do Dia - IHU On-Line: 12/06/2008
TCU: na Amazônia, crime ambiental compensa - Em Notícias do Dia - IHU On-Line: 12/06/2008
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Finalmente também as igrejas estão se mobilizando para enfrentar as mudanças climáticas da Terra. O secretário-geral da ONU Ban Ki-Moon visitou em março o Conselho Mundial das Igrejas em Genebra e disse: "um problema global exige uma resposta global: nós precisamos da ajuda das Igrejas". E elas responderam prontamente com uma conclamação aos milhões de cristãos dispersos pelo mundo afora com estas palavras: "agir rápido, agir juntos porque não temos tempo a perder". Citaram a Bíblia para enfatizar que Deus nos entregou a Terra como herança para administrar e não para dominar, pois esta palavra bíblica "dominar" significa cuidar e gerenciar. Acolheram os dois imperativos propostos pelo Painel Intergovernamental das Mudanças Climáticas (IPCC) : a mitigação e a adaptação. A mitigação quer identificar as causas produtoras do aquecimento global que é o nosso estilo delapidador de produção e consumo ilimitado e individualista. A adaptação considera os efeitos perversos, especialmente nos países mais vulneráveis do Sul do mundo que demandam solidariedade pois se não conseguirem se adaptar, assistiremos, estarrecidos, a grandes dizimações (...) A Igreja Católica oficialmente ainda não propôs nada de relevante. Mas a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil em suas campanhas da fraternidade sobre a água e sobre a Amazônia ajudou a despertar uma consciência ecológica. Os bispos canadenses publicarem recentemente uma bela carta pastoral com o título: "a necessidade de uma conversão". Atribuem à conversão um significado que transcende seu sentido estritamente religioso. Ele implica "encontrar o sentido do limite, pois, um planeta limitado não pode responder a demandas ilimitadas". Precisamos, dizem, libertar-nos da obsessão consumista. "O egoísmo não é somente imoral, ele é suicida; desta vez não temos outra escolha senão uma nova solidariedade e novas formas de partilha" (...) A fé hebraico-cristã possui suas razões próprias para fundar um comportamento ecologicamente responsável. Parte da crença, semelhante àquela da moderna cosmologia, de que Deus transportou a criação do caos ao cosmos, quer dizer, de uma universo marcado pela desordem a um outro no qual vige a ordem e a beleza. E Deus disse: "Isto é bom". Colocou o homem e a mulher no jardim do Éden para que o "cultivassem e o guardassem". "Cultivar" implica cuidar e favorecer o crescimento e "guardar" significa proteger e assegurar a continuidade dos recursos, como diríamos hoje, garantir um desenvolvimento sustentável.
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... who are the people who can bring about change, the pioneers coming up with radical solutions? We can modify our lifestyles, but that will never be enough. Who are the politicians most able to force society and industry to do things differently? Where are the green shoots that will get us out of the global ecological mess? To come up with a list of the 50 people most able to prevent the continuing destruction of the planet, we consulted key people in the global environment debate. Our panel included scientists - former World Bank chief scientist and now the British government's scientific adviser on climate change, Bob Watson, Indian physicist and ecologist Vandana Shiva, Kenyan biologist and Nobel prize-winner Wangari Maathai; activists - Guardian columnist George Monbiot and head of Greenpeace International Gerd Leipold; politicians - Green party co-leader and MEP Caroline Lucas, and London mayor Ken Livingstone; sustainable development commissioner for the UK government Jonathon Porritt and novelist Philip Pullman. Then the Guardian's science, environment and economics correspondents met to add their own nominations and establish a final 50 (...) Some people made it to the final 50 not just because of their work but because - like the man who has found a simple way to save energy in a refrigerator, or the boy who collects impressive amounts of money for the protection of tigers - they represented a significant grassroots technological or social movement. And some got on the list because they were considered the driving forces behind the decision-makers. One church leader, for example, made it largely because the world's religions have huge investments and are shifting the political landscape in the US and Europe. The final list includes an Indian peasant farmer, the world's leading geneticist, German and Chinese politicians, a novelist, a film director, a civil engineer, a seed collector and a scientist who has persuaded an African president to make a tenth of his country a national park. There are 19 nationalities represented. Nearly one in five of those listed comes from the US, and one in three is from a developing country, suggesting that grassroots resourcefulness will be as important as money and technology in the future. Nearly one in three of the people chosen has a scientific background, even if not all practice what they studied. It's not a definitive list and there are no rankings, but these 50 names give a sense of the vast well of people who represent the stirrings of a remarkable scientific and social revolution, and give us hope as we enter 2008...
Marina Silva, 49, is Brazil's environment minister. The daughter of a Brazilian rubber tapper, she spent her childhood collecting rubber from the Amazon forest and demonstrating against the destruction wrought by illegal loggers. In one of the great political journeys, she rose from being illiterate at 16 to become Brazil's youngest senator, and is now the woman most able to prevent the Amazon's wholesale ruin. Under her watch, deforestation has reduced by nearly 75% and millions of square miles of reserves have been given to traditional communities. Last year 1,500 companies were raided and one million cubic metres of illegally felled timber were confiscated. But the future, says Silva, is peril ous. The only way that long-term loss will be averted is with foreign help. "We don't want charity, it's a question of ethics of solidarity," she says.Fonte: The Guardian - Jan 5, 2008.
A ministra do Meio Ambiente do Brasil, Marina Silva, foi citada neste sábado em uma lista preparada pelo jornal britânico The Guardian com "as 50 pessoas que podem ajudar a salvar o planeta". Segundo o jornal, a lista, preparada por um painel de especialistas, identifica "os 50 homens e mulheres com o poder de nos salvar de nós mesmos". "Todo mundo concorda que uma ação urgente é necessária para evitar uma mudança climática catastrófica, mas quem realmente tem a influência e as idéias para fazer isso acontecer?", diz o Guardian em sua apresentação. No texto dedicado a Marina Silva, o jornal destaca sua história como "filha de um seringueiro brasileiro, passando sua infância coletando látex da floresta amazônica e protestando contra a destruição provocada pelos madeireiros ilegais". "Em uma das grandes histórias políticas, ela passou de analfabeta aos 16 anos à mais jovem senadora do Brasil e agora é a mulher mais capaz de prevenir a total ruína da Amazônia", diz o texto. O jornal comenta que, sob sua gestão no ministério, o desmatamento na
Amazônia caiu 75%, e vastas áreas de floresta foram destinados a comunidades indígenas. "Mas o futuro, diz Silva, é arriscado. A única maneira de evitar uma perda no longo prazo é com ajuda internacional", diz o jornal, citando uma declaração da ministra: "Não queremos caridade, é uma questão da ética da solidariedade"...
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O caderno de Ciência da Folha de S. Paulo lançou nesta terça-feira o blog Bali, 40 Graus, criado especialmente para a 13ª Conferência das Partes da Convenção do Clima das Nações Unidas, que acontece na Indonésia. Escrito por Claudio Angelo, o blog relatará o dia-a-dia do encontro que tenta determinar as bases de um compromisso mundial que substitua o Protocolo de Kyoto, que expira em 2012. Claudio Angelo, 32, é editor de Ciência da Folha. Jornalista formado pela Universidade de São Paulo, cobre assuntos de ciência e ambiente desde 1998...
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Nairobi/Nueva York, 25 de octubre: El Programa de las Naciones Unidas para el Medio Ambiente informa de que amenazas graves como el cambio climático, el índice de extinción de las especies y el reto de alimentar a una población en crecimiento, se encuentran entre las que aún están sin resolver. Todas ellas ponen en peligro a la Humanidad. Esta advertencia está incluida en la Perspectiva del Medio Ambiente Mundial del PNUMA: Un informe sobre un medio ambiente para el desarrollo (GEO-4) publicado 20 años después de que la Comisión Mundial para el Medioambiente y Desarrollo (la Comisión Brundtland) publicase su informe principal, "Nuestro Futuro Común". GEO-4, el último de una serie de informes emblemáticos del PNUMA, evalúa el estado actual de la atmósfera, de la tierra, del agua y de la biodiversidad mundiales, describe los cambios acontecidos desde 1987 e identifi ca una serie de prioridades de actuación. El GEO-4 es el informe más completo de la ONU sobre el medio ambiente; ha sido preparado por unos 390 expertos y revisado por más de 1000 de todo el mundo...
Nairobi/New York, 25 October:The United Nations Environment Programme says that major threats to the planet such as climate change, the rate of extinction of species, and the challenge of feeding a growing population are among the many that remain unresolved, and all of them put humanity at risk. The warning comes in UNEP's Global Environment Outlook: environment for development (GEO-4) report published 20 years after the World Commission on Environment and Development (the Brundtland Commission) produced its seminal report, Our Common Future. GEO-4, the latest in UNEP's series of flagship reports, assesses the current state of the global atmosphere, land, water and biodiversity, describes the changes since 1987, and identifies priorities for action. GEO-4 is the most comprehensive UN report on the environment, prepared by about 390 experts and reviewed by more than 1 000 others across the world...
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O diário britânico The Independent questiona em sua reportagem de capa e em seu editorial desta segunda-feira as vantagens do etanol, alertando para os possíveis problemas ambientais causados pelo aumento na produção do combustível e afirmando que a substituição do petróleo pelo álcool não é a solução para combater o aquecimento global. O jornal afirma que a visita do presidente George W. Bush ao Brasil nesta semana e a perspectiva da criação de uma “Opep do etanol”, nos moldes do cartel dos produtores de petróleo, “vem atraindo frenéticos investimentos em biocombustíveis nas Américas”. A reportagem observa que “para seus defensores, o etanol, que pode ser produzido a partir de milho, cevada, trigo, cana-de-açúcar ou beterraba, é uma panacéia verde – uma fonte de energia renovável e limpa, que nos veria trocar poços de petróleo decadentes por plantações sem limite para satisfazer nossas necessidades de energia”. Mas o Independent observa que um crescente número de economistas, cientistas e ambientalistas vêm alertando para os problemas que o crescimento acelerado na produção de etanol pode provocar. “A perspectiva de um aumento súbito na demanda por etanol está provocando preocupações sérias até mesmo no Brasil”, diz o jornal. “A indústria do etanol tem sido ligada à poluição do ar e da água em escala épica, além do desmatamento tanto na Amazônia como nas florestas tropicais atlânticas e à destruição do cerrado brasileiro.” (cont.)
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Mais de 40 países apóiam a criação de uma organização da ONU para o Meio Ambiente proposta na conferência internacional "Cidadãos da Terra", que terminou nesta sábado em Paris com um chamado ao combate contra a degradação do planeta. "Hoje, sabemos que a humanidade está destruindo, a uma velocidade aterrorizadora, os recursos e equilíbrios que permitiram seu desenvolvimento e que determinam seu futuro", diz o "Chamado de Paris", lido no fim da conferência pelo anfitrião do encontro, o presidente da França, Jacques Chirac (cont.)
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O efeito estufa e o fenômeno climático conhecido como El Niño farão de 2007 o ano mais quente já registrado - com conseqüências para todo o planeta -, afirma o professor Phil Jones, diretor da Unidade de Pesquisa sobre Clima da Universidade de East Anglia, na Inglaterra. Segundo previsões de Jones, publicadas no jornal britânico "The Independent", o ano que acaba de começar será marcado por condições climáticas extremas em todo o mundo, que podem causar secas na Indonésia e inundações na Califórnia (EUA). Para o "Independent", essa advertência evidencia que 2007 será um ano crucial para determinar a resposta que o mundo dará ao aquecimento global e seus efeitos (...) O cientista americano Jim Hansen, que em 1988 alertou sobre as mudanças climáticas, diz que o aquecimento global pode ficar fora de controle e mudar totalmente o planeta, a menos que medidas sejam tomadas rapidamente para reverter o aumento das emissões de carbono. Também em entrevista ao "Independent", Hansen disse que a mudança climática pode aumentar o nível dos mares e causar a extinção de espécies. Sua opinião é compartilhada pelo assessor científico do governo britânico, David King (...) Essas opiniões coincidem com a advertência da Organização Mundial de Meteorologia, organismo da ONU que trata do clima no mundo todo (cont.)
A combination of global warming and the El Niño weather system is set to make 2007 the warmest year on record with far-reaching consequences for the planet, one of Britain's leading climate experts has warned. As the new year was ushered in with stormy conditions across the UK, the forecast for the next 12 months is of extreme global weather patterns which could bring drought to Indonesia and leave California under a deluge. The warning, from Professor Phil Jones, director of the Climatic Research Unit at the University of East Anglia, was one of four sobering predictions from senior scientists and forecasters that 2007 will be a crucial year for determining the response to global warming and its effect on humanity. Professor Jones said the long-term trend of global warming - already blamed for bringing drought to the Horn of Africa and melting the Arctic ice shelf - is set to be exacerbated by the arrival of El Niño, the phenomenon caused by above-average sea temperatures in the Pacific. Combined, they are set to bring extreme conditions across the globe and make 2007 warmer than 1998, the hottest year on record. It is likely temperatures will also exceed 2006, which was declared in December the hottest in Britain since 1659 and the sixth warmest in global records (cont.)
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