Observatório Bíblico

Quarta-feira, Abril 30, 2008

Resenhas na RBL: 30.04.2008

As seguintes resenhas foram recentemente publicadas pela Review of Biblical Literature:

Martin Beck and Ulrike Schorn, eds.
Auf dem Weg zur Endgestalt von Genesis bis II Regum: Festschrift Hans-Christoph Schmitt zum 65. Geburtstag
Reviewed by Klaas Spronk

Beate Ego and Helmut Merkel, eds.
Religiöses Lernen in der biblischen, frühjüdischen und früjchristlichen Überlieferung
Reviewed by Wilhelm Pratscher

Eldon Jay Epp
Junia: The First Woman Apostle
Reviewed by Nancy Calvert-Koyzis

Alice Hunt
Missing Priests: The Zadokites in Tradition and History
Reviewed by Lena-Sofia Tiemeyer

Lenka Karfíková, Scott Douglass, and Johannes Zachhuber, eds.
Gregory of Nyssa: Contra Eunomium II: An English Version with Supporting Studies, Proceedings of the 10th International Colloqium on Gregory of Nyssa (Olomouc, September 15-18, 2004)
Reviewed by Mark Weedman

Ivan Shing Chung Kwong
The Word Order of the Gospel of Luke: Its Foregrounded Messages
Reviewed by Steven Runge

Adriane B. Leveen
Memory and Tradition in the Book of Numbers
Reviewed by Thomas B. Dozeman

Morwenna Ludlow
Gregory of Nyssa, Ancient and (Post)modern
Reviewed by Ilaria Ramelli
Reviewed by Kevin D. Hill

Philip L. Mayo
"Those Who Call Themselves Jews": The Church and Judaism in the Apocalypse of John
Reviewed by Jack T. Sanders

W. David Nelson, ed. and trans.
Mekhilta De-Rabbi Shimon Bar Yohai
Reviewed by Steven D. Sacks

Christoph Nihan
From Priestly Torah to Pentateuch: A Study in the Composition of the Book of Leviticus
Reviewed by Eckart Otto

Armand Puig i Tàrrech, ed.
Imatge de Déu (Catalan)
Reviewed by Philippe Guillaume

William M. Schniedewind and Joel H. Hunt
A Primer on Ugaritic Language, Culture, and Literature
Reviewed by Robert D. Holmstedt

John Howard Schütz
Paul and the Anatomy of Apostolic Authority
Reviewed by Graydon F. Snyder

Tommy Wasserman
The Epistle of Jude: Its Text and Transmission
Reviewed by Stephen D. Patton

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Com que olhar a Teologia olha o mundo?

Três artigos que acabei de ler na revista Estudos Teológicos, da EST, e que valem a pena. Todos tratam da relação da Teologia com a Academia, ou, se preferirmos, do desafio que é fazer Teologia a partir das múltiplas definições que dão do mundo a ciência e a fé. Como diz o Editorial, são artigos que "enfocam o estatuto teórico da teologia no âmbito das demais ciências".

Os três autores são professores e pesquisadores da Faculdades EST, de São Leopoldo, RS. Os artigos foram publicados no ano passado, 2007, e estão no vol. 47, n. 2 da revista, com texto completo disponível online em formato pdf.

Enio R. Mueller, A teologia e seu estatuto teórico: contribuições para uma discussão atual na universidade brasileira. Estudos Teológicos 2007, vol. 47, n. 2, p. 88-103.

Do artigo:
"Neste momento histórico, a Teologia, depois de ser convidada oficialmente para o grande concerto da academia no Brasil, busca definir seu estatuto teórico. Ou seja, o que exatamente faz com que ela se sinta no direito a ter um lugar como protagonista deste concerto. A impressão geral, no mundo acadêmico, é que a Teologia ainda não mostrou por que ocupa, agora, uma cadeira nesta orquestra. Penso que a própria Teologia é, em parte, responsável por esta situação. A não-necessidade de pensar seu estatuto teórico já é evidência de uma compreensão do mesmo que por tanto tempo, ao lado de outros fatores históricos, tem mantido a Teologia fora da universidade brasileira. Em discussão está o que as ciências vêem. O que cada uma vê 'que só ela vê', que é o que justifica a inclusão de uma nova ciência no concerto geral. Em nosso caso, concretamente, o que a Teologia vê 'que só ela vê'".


Júlio Paulo Tavares Zabatiero, Do Estatuto Acadêmico da Teologia: pistas para a solução de um problema complexo. Estudos Teológicos 2007, vol. 47, n. 2, p. 67-87.

Como exemplo, um trecho:
"Sua localização no limiar entre experiência de fé e experiência científica implica que a teologia será, também, e inevitavelmente, uma teoria crítica da fé vivida. Teólogas e teólogos não podem aceitar e compactuar com formas de vida cristã que reduzam a fé aos interesses institucionais que regulamentam a vida de seus fiéis, ou aos interesses individualistas de crentes que confundem salvação com a satisfação de seus próprios desejos".


Rudolf von Sinner, Teologia como Ciência. Estudos Teológicos 2007, vol. 47, n. 2, p. 57-66.

Do artigo, um exemplo:
"Portanto, a teologia é a reflexão metodologicamente responsável sobre o falar de Deus, esta linguagem primária que proclama a boa nova de Deus e se dirige a Ele em louvor e oração. Não é restrita a teólogas e teólogos academicamente formados, mas é de forma especial tarefa destas e destes apresentarem e discutirem argumentos teológicos sobre determinado assunto da fé. É neste sentido que a teologia é ciência: está sempre à procura da verdade, ainda que não a possua nem a possa encontrar de forma absoluta. Apresenta o que dela percebe com argumentos que podem ser criticados e discutidos. A dúvida é um importante motor desta procura, desde que não destrua a fé num ceticismo sem fim. Preserva, contudo, a teologia de cair num dogmatismo auto-reprodutivo. São estes mesmos dois perigos que qualquer ciência enfrenta: cair no ceticismo ou no dogmatismo, ou seja, na negação de uma diferença sustentável entre opinião e conhecimento ou na restrição do conhecimento científico a um tipo muito específico de conhecimento".

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Terça-feira, Abril 29, 2008

EST outorga titulo a Leonardo Boff

No dia 15 de maio, a Faculdades EST – Escola Superior de Teologia, vinculada à Rede Sinodal de Educação e identificada com a IECLB - Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil -, com sede em São Leopoldo, RS, outorgará o título de doutor “Honoris Causa” ao teólogo Leonardo Boff.



Além desta homenagem, estão programados outros eventos com a participação de Leonardo Boff na EST a partir do dia 12 de maio de 2008. Clique aqui para ver o programa completo.

Destaco a palestra de Leonardo Boff, O cosmos e a teologia, no dia 14, e o Curso de Extensão Leonardo Boff e a Teologia Protestante, que tem como objetivos evidenciar a importância da reflexão teológica de Leonardo Boff no contexto da teologia protestante e oportunizar o diálogo entre a Teologia Protestante e o pensamento teológico de Leonardo Boff.

Os palestrantes deste curso, que acontece de 12 a 16 de maio, são:
Prof. Dr. Leonardo Boff, Petrópolis - RJ
Prof. Dr. Hermann Brandt, Erlangen - Alemanha
P. Dr. Silfredo Bernardo Dalferth - Alemanha
Prof. Dr. Valério Guilherme Schaper, EST - RS
Prof. Dr. Claus Schwambach, Faculdade Luterana de Teologia, São Bento do Sul - SC
Prof. Dr. Rudolf von Sinner, EST - RS
Prof. Dr. Euler Renato Westphal, Faculdade Luterana de Teologia, São Bento do Sul e Univille - SC

Sobre o evento diz o site da EST:
Estará na Faculdades EST, de 12 a 16 de maio, o Prof. Dr. Leonardo Boff, junto com sua esposa, a educadora e lutadora pelos direitos humanos Márcia Miranda. O Prof. Boff é uma das pessoas mais eminentes neste país e internacionalmente, certamente o teólogo brasileiro mais conhecido e respeitado na contemporaneidade. Tem vasta produção científica e jornalística, traduzida em várias línguas (cf. www.leonardoboff.com). Além do seminário franciscano de Petrópolis (RJ), onde fora professor durante 22 anos, lecionou na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e foi professor visitante nas universidades de Lisboa (Portugal), Salamanca (Espanha), Harvard (EUA), Basel (Suíça), e Heidelberg (Alemanha). Também foi professor convidado na EST para um seminário intensivo, em 1994. Além dos recintos acadêmicos, o Prof. Boff tem conseguido alcançar amplo público no Brasil e mundo afora, nomeadamente ao tratar de questões da espiritualidade, da ecologia, e do entendimento entre os povos. Não apenas pelo discurso, mas pela sua militância junto a movimentos sociais e a comunidades eclesiais de base tem contribuído de forma significativa para o bem-estar do povo brasileiro. Desde seus estudos de doutorado “laboris causa”, em Munique (Alemanha), o Prof. Boff tem estudado amplamente teólogos protestantes como Friedrich Gogarten, Wolfhart Pannenberg e Gerhard von Rad. Em vários escritos, tem ressaltado a importância de Martinho Lutero e da teologia protestante, demonstrando grande abertura para o ecumenismo. Muitos estudos de doutorado, do punho de teólogos protestantes, têm sido escritos sobre a teologia dele, o que propiciou a idéia do seminário abaixo citado, com a participação de boa parte destes teólogos. Com a outorga do título de doutor “honoris causa”, a Faculdades EST estará homenageando a obra desta teólogo tão eminente, no ano em que completará seus 70 anos (...) Será dedicado a ele também o segundo número de 2008 do periódico Estudos Teológicos, publicando as contribuições do seminário na Faculdades EST, bem como a resposta do próprio Prof. Boff.


Leia Mais:
Faculdade de Teologia gaúcha outorga título a Leonardo Boff
leonardoBOFF.com - site em Português, Español, English
O evangelho que não liberta não é evangelho - Artigo de Leonardo Boff

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Segunda-feira, Abril 28, 2008

Estudos reeditados que merecem ser lidos

JAMIESON-DRAKE, D. Scribes and Schools in Monarchic Judah: A Socio-Archaeological Approach. Sheffield: Sheffield Phoenix Press, 2008, 240 p. - ISBN 9781906055486. Publicação prevista para julho de 2008.
This highly original study locates the question of scribes and scribal schools in monarchic Judah in a socio-archaeological context. It departs from earlier studies by assigning priority to interpreting archaeological data within a broad interdisciplinary framework before trying to assess biblical and epigraphic sources. The book provides an analysis of data on settlement, public works, and luxury items in order to produce an archaeologically based picture of the development of state level administrative systems in Judah. The study questions the consensus that the Judahite monarchy became a state at some point in the tenth century BCE. The evidence for the increase in population, building, production, centralization and specialization in the eighth century suggests that Judah did not function as a state before the eighth century BCE. This incisive study challenges the assumption of widespread literacy and the traditional picture of the development of the Judahite monarchy. This volume is a reprint of the 1991 edition with a new preface by Robert B. Coote and Keith W. Whitelam setting the work in the context of recent debates on the history of ancient Israel. David Jamieson-Drake is Director of Institutional Research at Duke University, Durham, North Carolina.


COOTE, R. B.; WHITELAM, K. W. The Emergence of Early Israel in Historical Perspective. Sheffield: Sheffield Phoenix Press, 2008, 220 p. - ISBN 9781906055455. Publicação prevista para julho de 2008.
This highly original study takes a panoramic view of history in order to set the emergence of Israel in the broadest possible perspective. It begins with a study of the nature of historywriting and the increasing problems involved in utilizing the biblical text for historical reconstruction. The authors suggest an alternative approach which assigns priority to interpreting archaeological data within a broad interdisciplinary framework. The book provides a broad overview of settlement patterns and social relations throughout Palestinian history from the middle of the third millennium BCE to the present day in order to illustrate how the emergence of Israel in the early Iron Age fits into the march of time. Archaeological evidence for the appearance of dispersed settlements in the highlands and steppes of Palestine at the beginning of the early Iron Age followed by the rapid centralization of this area suggests that Israel emerged within Palestine in response to the decline in east Mediterranean trade at the end of the Late Bronze Age. The development of an Israelite monarchy is seen as being inextricably linked to the factors involved in Israel's emergence-as distinct from much previous research which has presented the monarchy as alien to the origins of Israel. This volume is a reprint of the 1987 edition with a new preface by Robert B. Coote and Keith W. Whitelam setting the work in the context of recent debates on the history of ancient Israel. Robert B. Coote is Nathaniel Gray Professor of Hebrew Exegesis and Old Testament at San Francisco Theological Seminary and the Graduate Theological Union. Keith W. Whitelam is Professor of Biblical Studies in the University of Sheffield.

Robert B. Coote e Keith W. Whitelam vêem as origens de Israel como parte de um processo de integração milenar entre as regiões das cidades e as regiões das montanhas. Processo que pode ser chamado de 'realinhamento' ou 'transformação', pois nos períodos de prosperidade as regiões das montanhas providenciavam recursos para as cidades dos vales, enquanto que nos momentos das crises elas absorviam as populações que deixavam tais cidades. No surgimento de Israel o colapso do comércio foi o fator mais significativo, segundo estes autores, pois colocou em crise a sobrevivência das cidades e exigiu dos povoados das montanhas uma forma mais eficaz de colaboração e cooperação para a sobrevivência, levando a um aumento populacional significativo. Com o desenvolvimento destas regiões o comércio foi recuperado, promovendo mais tarde o aparecimento do Estado.

HOPKINS, D. C. The Highlands of Canaan: Agricultural Life in the Early Iron Age. Sheffield: Sheffield Phoenix Press, 2008, 330 p. - ISBN 9781906055462. Publicação prevista para setembro de 2008.
In this masterly survey of the agricultural way of life and material world of late second millennium Canaan and emergent Israel, Hopkins asks, What obstacles did the Early Iron Age settlers of the Highlands face in their struggle for survival? How did they buffer the immense variability of their environment and take advantage of its natural diversity? How crucial were their particular social structures to their continued survival? The author’s researches into the dynamics of agricultural systems attested in ethnographic and anthropological sources constantly undergird the development of his picture. His work has proved to be a mandatory resource for all students of early Israel. Contents: the parameters of agricultural systems (e.g. environment, technology and population); geomorphology; climate and climatic change; natural vegetation and soils; population and settlement patterns; water conservation and control; soil conservation and fertility maintenance; risk spreading and the optimization of labor. This volume is a reprint of the 1985 edition, with a new preface by Keith W. Whitelam setting the work in the context of recent research on agriculture, daily life and the history of ancient Israel. David Hopkins is Professor of Archaeology and Biblical Interpretation, Wesley Theological Seminary, Washington, DC.

David C. Hopkins faz neste livro uma avaliação detalhada da agricultura na região montanhosa da Palestina na Idade do Ferro I (1200-900 a.C.), observando que o desenvolvimento social aconteceu junto com a intensificação do cultivo da terra. Para Hopkins, estas pessoas desenvolveram um sistema de colaboração ao nível de clã e de famílias, o que lhes permitia uma integração de culturas agrícolas com a criação de animais, evitando, deste modo, os desastres comuns a que uma monocultura estava sujeita nestas regiões tão instáveis, especialmente em recursos hídricos. Hopkins valorizou mais o sistema cooperativo baseado no parentesco do que o uso de técnicas como terraços, cisternas e o uso do ferro para explicar o sucesso destes assentamentos agrícolas. Para Hopkins, diferentes unidades clânicas e tribais israelitas devem ter surgido a partir de diferentes atividades agrícolas.

Leia Mais:
A Teoria da Evolução Pacífica e Gradual
+ Novidades

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Domingo, Abril 27, 2008

Resenhas na RBL: 23.04.2008

As seguintes resenhas foram recentemente publicadas pela Review of Biblical Literature:

Herbert W. Bateman IV, ed.
Four Views on the Warning Passages in Hebrews
Reviewed by Felix H. Cortez

Dianne Bergant
Israel's Story: Part Two
Reviewed by A. Joseph Everson

Martin Brändl
Der Agon bei Paulus: Herkunft und Profil paulinischer Agonmetaphoik
Reviewed by Christoph Stenschke

Keith Augustus Burton
The Blessing of Africa: The Bible and African Christianity
Reviewed by J. N. K Mugambi

Joseph A. Fitzmyer
The One Who Is to Come
Reviewed by Jeffrey L. Staley

Kathy L. Gaca and L. L. Welborn, eds.
Early Patristic Readings of Romans
Reviewed by David A. Creech

Ilze Kezbere
Umstrittener Monotheismus: Wahre und falsche Apotheose im lukanischen Doppelwerk
Reviewed by Knut Backhaus

David Milson
Art and Architecture of the Synagogue in Late Antique Palestine: In the Shadow of the Church
Reviewed by Jonathan L. Reed

George T. Montague
Understanding the Bible: A Basic Introduction to Biblical Interpretation
Reviewed by Gosnell Yorke

Hillary Rodrigues and Thomas A. Robinson
World Religions: A Guide to the Essentials
Reviewed by Joseph Matos

Marion Ann Taylor and Heather E. Weir, eds.
Let Her Speak for Herself: Nineteenth-Century Women Writing on Women in Genesis
Reviewed by Frances Klopper

Valerie M. Warrior
Roman Religion
Reviewed by Edmund P. Cueva

Claus Wilcke
Early Ancient Near Eastern Law: A History of Its Beginnings: The Early Dynastic and Sargonic Periods
Reviewed by Michael S. Moore

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Sábado, Abril 26, 2008

Por que voce quer estudar Teologia?

Um caminho de acesso a Deus. Entrevista especial com Vitor Galdino Feller
“O risco possível de desacato à experiência religiosa é fazer da profissão de teólogo apenas um meio de subsistência, sem relações e compromissos com a fé da comunidade a que se serve, um pedestal que o afasta da vida concreta de seus irmãos de fé.” Essa é a constatação do teólogo Vitor Galdino Feller sobre a profissionalização e reconhecimento dos teólogos pelo Estado brasileiro. Em entrevista concedida por e-mail à IHU On-Line, Feller falou sobre a presença e o papel da teologia e a religião na sociedade contemporânea e sobre o projeto que tramita no Congresso Nacional e como ele influencia a teologia atual. Doutor em Teologia, pela Pontifícia Universidade Gregoriana, de Roma, Vitor Galdino Feller é, atualmente, diretor e professor no Instituto Teológico de Santa Catarina, em Florianópolis.

Confira a entrevista completa em Notícias do Dia - IHU On-Line: 26/04/2008

Destaco quatro trechos:

IHU On-Line – Como essas mudanças propostas pelo MEC e pelo Congresso Nacional afetam a teologia praticada e ensinada hoje?
Vitor Galdino Feller – A possibilidade dada pelo MEC para o reconhecimento de cursos de Teologia provoca os estudiosos da área a buscarem um perfil sempre mais acadêmico e científico para a teologia. Mesmo que toda teologia seja confessional, porque é ciência da fé, dentro uma determinada igreja ou religião, ela tem também uma dimensão racional. Ela deve explicitar a racionalidade e a razoabilidade da fé, com vistas a evitar expressões fundamentalistas, fanáticas, proselitistas, que são contrárias à liberdade religiosa e, portanto, desumanas. Já os projetos de profissionalização do teólogo em tramitação no Congresso Nacional não batem com a realidade atual, nem com a tradição da ciência teológica. Se aprovados assim como estão, levarão ao descrédito a condição e a pretendida profissão do teólogo [sublinhado meu]. Não se pode pretender que sejam teólogos as pessoas que realizam liturgias, celebrações, cultos e ritos, que dirigem e administram comunidades, que formam pessoas segundo preceitos religiosos das diferentes tradições, que orientam e aconselham pessoas, que realizam ação social na comunidade, que praticam vida contemplativa e meditativa e que preservam a tradição de sua religião. Na Igreja Católica, por exemplo, há uma infinidade de catequistas, ministros, missionários, sacristães, secretários paroquiais, conselheiros, coordenadores de pastorais as mais diversas etc., que nem sequer estudaram teologia. A profissão dessas pessoas poderia ser outra: agentes religiosos. Não se pode considerá-los como teólogos. Além disso, não tiram seu sustento desse serviço, que exercem na forma de voluntariado e gratuitamente. É exigência da Igreja Católica que todos os candidatos ao sacerdócio estudem teologia. Nem por isso os padres são considerados teólogos. Não há que se esquecer, ainda, que, se todas as pessoas que exercem essas atividades se tornarem profissionalmente teólogos, poderão passar a exigir direitos salariais como profissionais. Além de perder-se a dimensão da gratuidade do serviço religioso, todas as igrejas deveriam tornar-se empresas, com uma série infinda de funcionários, o que tornaria inviável o exercício da fé e da evangelização e, portanto, a existência das igrejas e religiões. Teólogos devem ser os que vivem e se sustentam do trabalho no ensino e no estudo, na pesquisa e na produção teológica. Para isso, devem ter feito, pelo menos, o curso de graduação em Teologia. A exigência de um curso de pós-graduação seria ainda mais conveniente [sublinhado meu]. Em comparação com os que concluem o curso de direito e devem fazer o exame da OAB para serem considerados e poderem exercer a profissão de advogados, também o concluinte de uma graduação em Teologia, para exercer a profissão de teólogo, deve qualificar-se academicamente para isso. A própria palavra “teólogo” traz em si, etimologicamente, a exigência do estudo, da ciência, do pensamento [sublinhado meu].

IHU On-Line – Os proponentes desse projeto que está tramitando no Congresso Nacional têm trajetórias profissionais como pastores de denominações religiosas que historicamente vêem a teologia com suspeita, como ressaltou o professor Ricardo Willy Rieth. Esses proponentes têm ainda rejeitado a formação acadêmica superior em Teologia. Como o senhor analisa esse fato?
Vitor Galdino Feller – Esses projetos desrespeitam a história da teologia e, portanto, de muitíssimos cientistas que se deram ao trabalho de estudar, ensinar, pesquisar e publicar produções científicas sobre a fé e os fenômenos religiosos. Esses projetos deixam a impressão de que tudo está começando agora. Além disso, esquecem que toda religião tem uma dimensão racional, que precisa ser explicitada, sob pena de ficar no emocionalismo, no devocionismo, ou de levar ao fanatismo, ao exclusivismo. Desvios perigosos para a fé, a religião e a sociedade. Fé sem razão é tão perigosa para o ser humano e a comunidade humana quanto a exacerbação da razão, na forma de racionalismo fechado ao mistério [sublinhado meu].

IHU On-Line – Como o senhor analisa o ensino da Teologia no Brasil, hoje?
Vitor Galdino Feller – Há um aumento considerável de cursos de Teologia no Brasil. Quanto mais cursos de Teologia houver, quanto mais pessoas, sobretudo lideranças leigas, fizerem teologia, mais a teologia deixará de ser eurocêntrica, clerical, androcêntrica. Ao mesmo tempo, mais as nossas igrejas e religiões poderão contribuir – para além de sua própria renovação e refundação – para a construção da ética, da solidariedade, da cidadania, do senso e da prática da justiça. Isso é comprovado pelo histórico da teologia da libertação e, agora, dos estudos sobre o pluralismo religioso tão marcante no país.

IHU On-Line - Pensar a teologia como profissão pode vir a ser um desacato à experiência religiosa pressuposta no fazer teológico?
Vitor Galdino Feller - Não creio. Afinal, na prática, a profissão de teólogo já existe. Não é oficializada pelo estado brasileiro, como o é em alguns países da Europa. Mas existe na realidade da Igreja Católica e das igrejas protestantes históricas. Nessas igrejas, a teologia já é uma profissão. Nos dois sentidos da palavra: ocupação, ofício, emprego, que requer conhecimentos especiais; e declaração ou confissão pública da fé, na medida em que se ensina e se publicam textos sobre ela. O risco possível de desacato à experiência religiosa é fazer da profissão de teólogo apenas um meio de subsistência, sem relações e compromissos com a fé da comunidade a que se serve, um pedestal que o afasta da vida concreta de seus irmãos de fé [sublinhado meu].

Leia Mais:
Para onde vai a Teologia no Brasil?
A Teologia e seu papel na sociedade brasileira
Teologia e academia no Brasil

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Audaciosamente indo onde ninguém jamais esteve

Stephen Hawking apela ao espírito de Colombo para conquistar o Universo
Há 50 anos, o presidente dos Estados Unidos, Dwight Eisenhower, estampou sua assinatura num documento oficial que criava a Agência Nacional da Aeronáutica e do Espaço, a NASA, como é conhecida. Pode ser que o espaço não seja mais algo que está nas manchetes, mas há cientistas que estão se esforçando para fazer ver que as grandes missões ainda estão por vir, escreve David Alandete, em reportagem para o El País, 23-04-2008. A tradução é do Cepat. Entre esses cientistas está o astrofísico, intelectual e profeta do espaço Stephen Hawking. “Vivemos uma situação como a da Europa antes de 1492”, disse ontem em Washington, num ato de comemoração do meio século da agência espacial na Universidade George Washington. “As pessoas devem ter pensado que era perda de dinheiro enviar Colombo a algo comparável com caçar patos selvagens. Mas o descobrimento mudou o velho mundo...

Leia o texto completo em Notícias do Dia - IHU On-Line: 26/04/2008


Hawking: "Si la raza humana sigue otro millón de años, tendremos que ir donde nadie ha ido jamás"
El prestigioso astrofísico inglés insta a conquistar el espacio con el mismo espíritu que Colón a finales del siglo XV

Fonte: El País / Agencias - Madrid/Washington - 22/04/2008


Leia Mais:
Astronomy Picture of the Day
Livros de [e sobre] Stephen Hawking
Stephen William Hawking

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Quinta-feira, Abril 24, 2008

Hans Küng comemora 80 anos de vida

Leia em Chrisendom, biblioblog de Chris Tilling, direto de Tübingen, as notícias sobre as comemorações dos 80 anos de vida de Hans Küng.

Hans Küng esteve no Brasil no ano passado proferindo uma série de palestras.

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Teologia e academia no Brasil

Entre a cidadania teológica e a esquizofrenia acadêmica. Entrevista especial com Ricardo Willy Rieth

Com a possibilidade aberta pelo MEC para autorização e reconhecimento de cursos de bacharelado, a partir de 1999, a Teologia alcançou uma espécie de "cidadania" acadêmica”, afirmou Ricardo Willy Rieth em entrevista à IHU On-Line realizada por e-mail. Rieth analisa o percurso da teologia no Brasil, dos projetos encaminhados ao Senado e à Câmara Federal e fala sobre o ensino da teologia no país. Trabalhando com docentes e pesquisadores de diversas áreas, Rieth se diz impressionado com a ignorância teológica presente nas academias. “Mesmo aqueles que professam alguma crença, sofrem de uma "esquizofrenia acadêmica", ou seja, são incapazes de estabelecer relações entre o saber de sua área específica e o saber religioso”, disse. Ricardo Willy Rieth é teólogo e sociólogo. É doutor em teologia pela Universidade de Leipzig, na Alemanha, onde também obteve o título de pós-doutor. Atualmente, é professor da Universidade Luterana do Brasil – Ulbra e da Escola Superior de Teologia – EST.

Da entrevista, destaco três trechos. Leia a entrevista completa em Notícias do Dia - IHU On-Line: 24/04/2008

IHU On-Line - Como o senhor analisa o ensino da Teologia no Brasil, hoje?
Ricardo Willy Rieth - É notável a expansão de cursos de Teologia em todas as regiões do Brasil. Muitos, inclusive, buscando autorização oficial. As denominações que historicamente mantinham compromisso com uma formação teológica consistente, como a Igreja Católica Apostólica Romana e as igrejas protestantes históricas, seguem nesta linha. Denominações que, no passado, negligenciavam uma formação teológica em nível superior, como algumas igrejas pentecostais, grupos de espiritismo kardecista e cultos afro-brasileiros, estão gradativamente mudando sua postura. Por outro lado, se tal expansão traz consigo um aprofundamento da qualidade do ensino e da formação é algo difícil de avaliar. Tenho percebido que estudantes de Teologia têm agido da mesma forma que universitários em geral nos últimos tempos, ou seja, optando pelo pragmatismo da formação rápida e voltada ao pronto ingresso no mercado de trabalho, em detrimento de uma formação mais pautada pela reflexão crítica acerca dos conteúdos e práticas associados à Teologia. Infelizmente, as instituições de ensino superior têm atendido, ou têm sido levadas a atender a essa demanda de seus "clientes" [sublinhado meu].

IHU On-Line - A possibilidade de criação de um Conselho Nacional de Teólogos muda, de que forma, a relação entre a Igreja e o Estado?
Ricardo Willy Rieth - Penso que não mudaria. As denominações religiosas, cristãs ou não, seguirão determinando os critérios de seleção e designação dos membros do seu clero, independente das normas propostas por um suposto conselho nacional. Eventualmente, as condições do exercício da profissão de teólogo (a) na esfera pública - capelanias militares, por exemplo - poderiam ser afetadas.

IHU On-Line - Alguém que exerça a atividade de teólogo mesmo sem ser diplomado pode ser reconhecido pelo Estado, caso esse conselho seja aprovado. Qual sua opinião sobre isso?
Ricardo Willy Rieth - Para muitos, dentre os quais me incluo, a não-exigência de diploma oficialmente reconhecido colocaria este conselho de antemão em descrédito. Aliás, os teólogos precisam esforçar-se para que seu título, "teólogo", cujo significado, de fato, é desconhecido para amplos setores da população brasileira, seja digno de crédito e visto de forma positiva. Isso porque muitos, infelizmente, têm associado títulos mais conhecidos, como "pastor", por exemplo, a vigarista e "picareta", e "padre", a pedófilo, muitas vezes com conteúdos tendenciosos apresentados pelos meios de comunicação.


Leia Mais:
Para onde vai a Teologia no Brasil?
A Teologia e seu papel na sociedade brasileira

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Quarta-feira, Abril 23, 2008

Tyndale: Mapas e Fotos para Estudos Bíblicos

É uma bela coleção de links para mapas e fotos úteis para os estudos bíblicos: Mapas interativos e Google Earth - Mapas tradicionais e em PowerPoint - Fotos da região e de sítios arqueológicos. No Tyndale Tech, por David Instone-Brewer - Tyndale House, Cambridge, Reino Unido.

Interactive maps & GoogleEarth - Traditional maps & powerpoint maps - Photos of places & archaeology. By David Instone-Brewer, Tyndale House, Cambridge, UK.

Mais Mapas:
Geografia do Antigo Oriente Médio

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Terça-feira, Abril 22, 2008

Horsley no III Congresso de Pesquisa Bíblica

O III Congresso Brasileiro de Pesquisa Bíblica, promovido pela Associação Brasileira de Pesquisa Bíblica (ABIB), fundada em 2004, em Goiânia, acontecerá em São Paulo, provavelmente na PUC-SP, no mês de setembro de 2008. O tema central girará em torno da figura de Jesus.

Há confirmação das presenças, entre outros, do brasileiro Carlos Mesters e do norte-americano Richard A. Horsley, professor de Línguas Clássicas e Religião na Universidade de Massachusetts, Boston, USA.


No Brasil temos traduzidas as seguintes obras escritas e/ou editadas por Richard A. Horsley:

Jesus e o Império: O reino de Deus e a nova desordem mundial. São Paulo: Paulus, 2004, 156 p. - ISBN 8534921881
Original inglês: Jesus and Empire: The Kingdom of God and the New World Disorder. Minneapolis: Augsburg Fortress, 2003, 144 p. - ISBN 9780800634902

Paulo e o Império: Religião e poder na sociedade imperial romana. São Paulo: Paulus, 2004, 248 p. - ISBN 8534922322
Original inglês: Paul and Empire: Religion and Power in Roman Imperial Society. Trinity Press, 1997, 272 p. - ISBN 9781563382178

Arqueologia, História e Sociedade na Galiléia: O contexto social de Jesus e dos Rabis. São Paulo: Paulus, 2000, 200 p. - ISBN 8534915679
Original inglês: Archaeology, History, and Society in Galilee: The Social Context of Jesus and the Rabbis. Trinity Press, 1996, 256 p. - ISBN 9781563381829

Bandidos, Profetas e Messias: Movimentos populares no tempo de Jesus. São Paulo: Paulus, 1995, 232 p. - ISBN 8534904464
Original inglês: Bandits, Prophets, and Messiahs: Popular Movements in the Time of Jesus. Trinity Press, 1999 [Harper Collins: 1985], 271 p. - ISBN 9781563382734

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Domingo, Abril 20, 2008

Fundamentalismo: um desafio permanente

O fundamentalismo continua a ser um desafio permanente para a leitura da Bíblia. Eu arriscaria até a dizer que ele tem crescido em extensão e ferocidade. A linguagem, pelo menos, é, sem dúvida, violenta.

No artigo Fundamentalismo e modernidade, publicado na revista Concilium, v. 241, n. 3, Petrópolis, 1992, o conhecido teólogo J. Moltmann escreve nas p. 142-143:
Os fundamentalistas não reagem às crises do mundo moderno, mas às crises que o mundo moderno provoca em sua comunidade de fé e em suas convicções básicas. A convição de fé se baseia na segurança da autoridade divina. Nas assim chamadas Religiões do Livro, é a autoridade divina do documento da revelação: a palavra de Deus é, como o próprio Deus, sem erro e infalível (...) As ciências históricas e empíricas do mundo moderno são reconhecidas enquanto concordarem com [o documento divino da revelação], mas são rejeitadas se questionarem esta autoridade intemporal (...) O documento divino da revelação não pode estar sujeito à interpretação humana mas, ao contrário, a interpretação humana deve estar sujeita ao documento divino da revelação. O fundamentalismo exclui todo juízo racional sobre a condicionalidade histórica de sua origem e sobre a diferença hermenêutica em relação às condições mudadas do presente. O conteúdo de verdade do documento da revelação é intemporal e não precisa ser constantemente explicado ou atualizado, mas apenas conservado intocável. O fundamentalismo baseado na revelação não argumenta, apenas afirma. Não pede compreensão, mas sujeição. Não se trata absolutamente de um problema hermenêutico mas de uma luta pelo poder: ou a palavra de Deus ou o 'espírito da época'. O fundamentalismo também não é um fenômeno de retirada ou de defesa, mas de avanço sobre o mundo moderno para dominá-lo. Faz parte das várias estratégias teo-políticas atuais...

Exemplifico o que Moltmann diz acima com frases fundamentalistas retiradas dos comentários feitos hoje a Moisés pode não ter existido, sugere pesquisa arqueológica - Reinaldo José Lopes - Do G1, em São Paulo: 20/04/2008 - 09h00 - Atualizado em 20/04/2008 - 11h14.

Os muitos erros de português dos textos foram preservados como estão nos comentários, pois indicam, a meu ver, com bastante clareza, a qualidade do pensamento expresso. Lembro, entretanto, que é necessário ir à página do artigo para ver as centenas de comentários, que devem ser lidos completos e em seu contexto, com todos os seus matizes e contradições, provas e contraprovas. Estes pequenos trechos são usados aqui apenas como ilustração viva e candente do raciocínio teológico de J. Moltmann.

. Tentar combater a bíblia, palavra viva de Deus com a ciência, estudos de homens, é uma aberração
. Atacando a fé do povo com uma idiotice sem fatos
. Irmãos, irmãs, povos e nacões... deixemos a ciencia e continuemos olhando pra Cristo, autor e consumador da nossa fé
. Abaixo os Ateus e Cientistas
. Um dia todos...inclusive esses historiadores...vão perceber que Ele existe sim!!!... Porém...será tarde....Ele está voltando...
. Esses cientistas não cre em Deus e nem na biblia por isso falam essas aberrações
. Devemos orar e pedir a Deus em nome de Jesus Cristo que nos revele a verdade atravès da fé. Não nos cabe questionar um passado tão distante que NINGUEM pode dizer com 100% de acerto o que de fato aconteceu
. Quem afirma tal coisa, não passa de um débil mental e um grande idiota. Sou capaz de apostar que é um ateu e nem em DEUS o idiota deve crer. Besta
. Sabendo que a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem, se torna um absurdo os ateus (atoas) questionarem a Bíblia. Creio piamente na Bíblia escrita, fala e inspirada por Deus! As coisas espirituais se discernem espiritualmente seus atoas!
. Se eles querem realmente provar algo concreto, que vão pesquisar o fundo do mar vermelho ao invés de propor supostamente
. Esses cientistas deviam deixar a fé das pessoas em paz, pois é só isso que nos resta
. Isso é inaceitável, a bilbia a palavra de Deus, esta acima do que qualquer coisa, ela é verdade absoluta e ponto final, isso explica o seu valor de geração em geração, não é uma simples expeculação absurda, com este assunto que vai torna-la mentirosa
. Estao se preocupando demais com coisas que nao irao mudar. Sao fatos! E fatos nao se mudam ou alteram. Se querem uma resposta para tudo que aconteceu; deveriam procurar conhecer mais esse Deus maravilhoso que temos. Certamente, se calariam
. Que se explodam esses malucos que ficam perdendo tempo em desmentir a Bíblia, se a Bíblia não é verdadeira pq, se perde tanto tempo tentando desvendá-la? Eu continuo acreditando nela. Eles só sabem jogar teses e teses no ar, mas provar que é verdade? Não vi nada até agora
. A Biblia é bem clara quando diz que quando Jesus estiver as portas de sua volta, varios lidres e estudiosos tentarão distorcer o que dis a verdadeira palavra de Deus, e lendo essa reportagem so posso alertar a todos que Jesus esta realmente as portas e esta reportagem é mais um sinal dessa tese!
. Para o crente não importa o que os ´sábios´ dizem da Bíblia, mas o que a Bíblia diz dos ´sábios´: (loucos que serão julgados pelo o Autor, O SENHOR DEUS)
. Esses cientistas, estão todos malucos, querem acabar com a palavra de DEUS atravéz da internet, mas o povo que acredita realmente na palavra de DEUS jamais deixará se levar por essas balelas
. O q voceis estão tentando fazer desmentindo as coisas do SENHOR estão escrita na palavra faz tempo, cuidado a criatura é inferior ao CRIADOR, está chegando o grande dia, nós da igreja sabemos o q temos VISTO e ouvido nas manifestações do ESPIRITO SANTO.Tomem cuidado, todos ficaremos fente a frente
. Todos esse cientistas vao para o inferno quando eles fizerem apassagem desta vida para a outra eles vao tomar um susto eles pensam que DEUS nao esta tomando conhecimento de tudo ai ja e tarde aguardem seus ateus.
. Abomino todos os teólogos que insistem em diminuir ou negar acontecimentos bíblicos. De Adão e Eva ao fim dos tempos
. Lamentavelmente, desde o início, a ciência procura anular completamente os relatos bíblicos. O interessante é que, em TODOS os casos, principalmente os mais polêmicos, os cientistas acabam por reconhecer que a Bíblia tinha razão
. O que representa a biblía para estes pesquisadores arqueológicos? Eu acho que eles devem dobrar o Joelho e pedir a DEUS que de sabedorias a eles, pois parece falta muito a eles
. Esse cientista e apenas um pequeno cumedo de feijão que ñ sabe de nada
. O diabo continua querendo engar o povo atravès da ciência dizendo que a Bìblia è mentira!
. Por mais que tentem desmiter os fatos biblicos nunca conseguiram enganar a todos com esses estudos, a ciencia não é nada diante do poder de DEUS
. Po...sobrou até pra moisés... mais eu continuo com a biblia...ela é infalível!
. O que vejo é homens tentando apagar e esquecer a existência de um Deus ´Jeová´, poderoso em Glória e Autoridade... Coitado dos Cientistas
. Pesquisadores todos idotas e tolos
. Realmente estes estudiosos da biblia sao homens de pequena fe! Como se pode dizer que fatos como o exodus eh ficcao, eh a mesma coisa dizer que Jesus nao existiu
. Eu ach que esses pesquisadores tem um pacto com o demonio, em tudo querem ahcar erros, ipocritas
. Todos nós que somos cristaos, sabemos que esse professor idiota, esta sendo usado para deturpar a palavra de DEUS, pois a SANTA BIBLIA fois escrita por maos de homens inspirado pelo ESPIRITO SANTO DE DEUS, ninguem sabe onde foi enterrado MOISES,senao o PAI que estas nos CEUS portanto sai de RÈ satanas
. Cientistas da ´nova era´ se preocupam em desmoralizar, desmentir a Biblia , distorcer os fatos,d a verdadeira realidade espiritual. De repente Jesus Cristo não existiu ou se existiu casou com Maria Madalena e DÚS nunca existiu ou se existe se trata de uma energia. Paciencia, os iniquos acreditam neles.
. Como diria Jô Soares: ´Cientistas desocupados´
. A ciencia tenta despistar mais sempre comprova o q esta escrito na biblia
. Infelizmente, temos esses artigos, escrito e somente gostaria de saber, se esses estudiosos, não tem nada mais importante, para estudar, e deixar a Bíblia, quietinha com seus ensinamentos
. O inimigo de Deus usa pessoas como essas que querem manchar a verdade Biblica
. Porque estes cientistas não dão uma chegadinha na parte do deserto onde estão as inscrições antigas sobre a travessia do mar vermelho, em pedras, é na parte onde os turistas não vão
. Penso que o povo de Deus tem que ficar bastante atento com resultados dessas pesquisas que tem sido feitas, na minha opinião essas afirmações vai aumentar cada vez mais, qual o objetivo é fazer que muitos cristão comece a duvidar de tudo , que esta por traz disso tudo nos sabemos é o inimigo.
. Tudo o que está escrito na Bíblia é verdade, sem tirar e nem acrescentar uma vírgula sequer. Estes cientistas mentirosos e herejes deveriam sim, é dedicar suas pesquisas em algo útil, como a cura de doenças como o câncer, ou quem sabe, achar solução para o aquecimento global
. A ciência ainda tá fria, muito fria, ela acredita que o homem foi a lua e que planetas existem, e que ha matéria no espaço, o homem ainda nem se conhece, não conhece a Terra, imagine conhecer o NADA (luz). Moises existiu sim.
. Existem inúmeros livros que trabalham a infabilidade e inerrância das Escrituras Sagradas. Por que a mídia nunca procura esses autores?
. Penso que não devemos discutir algo tão grandioso como Deus e sua palavra
. Bem que hoje estava sentindo um CHEIRINHO de ENXÔFRE, era o HÁLITO dos ATEUS!
. Os cientistas buscam, a toda força diga-se de passagem, descaracterizar, ou ainda pior, pormenorizar os fatos bíblicos que contam a história não só dos hebreus, como de toda humanidade. Nunca vão conseguir.CREMOS NA BIBLIA SIM. O QUE NÃO CREMOS É QUE VIEMOS DO MACACO.NUNCA VI MACACO VIRAR GENTE!!
. ATEUS!!! ELE pedirá: Dá conta da sua ADMINISTRAÇÃO!!!
. Pessoal... essa matéria não tem outro objetivo a não ser levantar `polêmica` e chamar a atenção p/ alguns cientistas desocupados... vão pesquisar a cura para doenças que estão matando as pessoas... vão pesquisar meios de acabar com a fome... a ciência sequer conseguiu provar que existiu a evolução...
. Os que creêm em Deus devem saber que a verdade divina não pode ser abalada nem mesmo pela maior prova humana. Para mim, creio em uma ciência que comprova a verdade de Deus. Firmem-se vocês tb.
. O que estou vendo nestes estudos, é, mais uma tentativa de desacreditar os textos sagrados da bíblia, que é a palavra de DEUS, e isto é próprio de quem sabe que esta derrotado e tenta de todas as maneras desviar a mente das pessoas. A bíblia não precisa de defensor ela é palavra de DEUS.
. Até hoje a ciencia sempre pos em prova a veracidade da Biblia. Até agora nao tem conseguido provar sequer um erro em seus fatos e dados historicos. Admiro muito um sacerdote que se diz professor de AT duvidar dos relatos Biblicos, apenas pelo metodo da induçao filosofica. Tenho duvida de sua fé.
. Essas pesquizas são financiadas por Satanás afim de confundir as pessoas e enfraquecer a crença em Deus. Esse tipo de matéria deveria ser censurado. Afinal de quem seria o interesse em desmistificar a Bíblia?
. "Ai daquele que acrecentar um til nas escrituras sagradas". diz a 'biblia' a palavra de Deus


Atualização: 21.04.2008 - 22h43
Nos dias 20 e 21 foram publicados 497 comentários de leitores sobre o artigo... Já tive a honra de ser esculhambado por vários fundamentalistas! Aliás, a tônica fundamentalista predomina. É um reverbério fascinante! E trágico, constato mais uma vez.

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Uma prece pelos civis inocentes mortos no Iraque?

Os bastidores de uma paróquia nos EUA. Uma religião patriótica que não criará revoluções
Para entender o que Bento XVI e a Igreja enfrentam nos EUA é preciso conhecer uma comunidade católica. A opinião é de Kenneth Serbin em artigo no jornal O Estado de S. Paulo, 20-04-2008. Serbin leciona história na Universidade de San Diego. É autor do livro Padres, Celibato e Conflito Social: Uma História da Igreja Católica no Brasil, a ser publicado este ano pela Companhia das Letras.

Fonte: Notícias do Dia - IHU On-line: 20/04/2008

Sobre a visita de Bento XVI aos EUA leia mais em Chiesa. Site em Italiano, English, Français, Español.

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O Exodo do Egito: da Biblia à arqueologia

Moisés pode não ter existido, sugere pesquisa arqueológica - Reinaldo José Lopes - Do G1, em São Paulo: 20/04/2008 - 09h00
Escavações e inscrições mostram que povo de Israel se originou dentro da Palestina. História sobre libertação do Egito teria influência de interesses políticos posteriores.

Leia... eu também estou por lá!

Leia ainda:
Bíblia abriga duas versões contraditórias da criação do mundo - Reinaldo José Lopes - Do G1, em São Paulo: 06/04/2008 - 09h00 - Atualizado em 07/04/2008 - 10h53

Obs.: Não deixe de ler os comentários feitos pelos leitores: há uma fartura de posições fundamentalistas! Seria até divertido... se não fosse trágico!

Outros temas bíblicos? Experimente clicar aqui.

Atualização: 01/05/2008 - 23h15
Em Biblical Studies Carnival XXIX, publicado hoje, diz Jim West sobre este post:

"Airton Jose da Silva points to an interesting assertion- that archaeology proves that Moses didn’t exist. Enjoy, if you dare. But be forewarned, archaeology cannot prove a negative".

Jim alerta que a arqueologia não pode provar uma negativa. Perfeito. Só que o artigo é do Reinaldo José Lopes, do G1, canal de notícias do sistema Globo, e tem por título Moisés pode não ter existido, sugere pesquisa arqueológica.

Que não deve ser entendido, obviamente, como archaeology proves that Moses didn’t exist [arqueologia prova que Moisés não existiu], mas archaeology suggests that Moses didn’t exist [arqueologia sugere que Moisés não existiu]. Leia mais aqui.

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Sábado, Abril 19, 2008

Emanuel Messias: 10 anos de episcopado

Parabéns, caro colega, amigo e irmão Emanuel.

Hoje Dom Emanuel Messias de Oliveira, bispo de Guanhães, MG, está comemorando 10 anos de episcopado.

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Resenhas na RBL: 16.04.2008

As seguintes resenhas foram recentemente publicadas pela Review of Biblical Literature:

Philip S. Alexander
The Mystical Texts: Songs of the Sabbath Sacrifice and Related Manuscripts
Reviewed by Samuel Thomas

John Barton
The Nature of Biblical Criticism
Reviewed by James D. G. Dunn

Roland Boer
Symposia: Dialogues concerning the History of Biblical Interpretation
Reviewed by Henning Graf Reventlow

Andrew Chester
Messiah and Exaltation: Jewish Messianic and Visionary Traditions and New Testament Christology
Reviewed by Martin Karrer

Zeba A. Crook
Reconceptualising Conversion: Patronage, Loyalty, and Conversion in the Religions of the Ancient Mediterranean
Reviewed by Dietmar Neufeld

A. Andrew Das
Solving the Romans Debate
Reviewed by Don Garlington

Max Küchler and Karl Matthias Schmidt, eds.
Texte-Fakten-Artefakte: Beiträge zur Bedeutung der Archäologie für die neutestamentliche Forschung
Reviewed by Gabriele Faßbeck

Tremper Longman III
Proverbs
Reviewed by Timothy J. Sandoval

Edward P. Meadors
Idolatry and the Hardening of the Heart: A Study in Biblical Theology
Reviewed by Thomas J. Kraus

James M. Robinson
Jesus: According to the Earliest Witness
Reviewed by Robert A. Derrenbacker Jr.

Elisabeth Schüssler Fiorenza
The Power of the Word: Scripture and the Rhetoric of Empire
Reviewed by Warren Carter

James W. Watts
Ritual and Rhetoric in Leviticus: From Sacrifice to Scripture
Reviewed by Hanna Liss
Reviewed by Mark McEntire

Paul R. Williamson
Sealed with an Oath: Covenant in God's Unfolding Purpose
Reviewed by Matthew S. Harmon

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Sexta-feira, Abril 18, 2008

Raposa Serra do Sol

Quem é vítima em Roraima? - Notícias do Dia: IHU On-line, 18/04/2008

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Quinta-feira, Abril 17, 2008

Guerra diverte - o demo acha

Guerra? Veja porque o diabo gosta!

Cerca de 300 mil soldados dos EUA sofrem de seqüelas mentais
Cerca de 300 mil soldados americanos estão sofrendo de seqüelas mentais e depressão profunda por servirem nas guerras do Iraque e Afeganistão, e 320 mil tiveram danos cerebrais, segundo estimativas de estudo recente da Rand Corporation, organização especializada em pesquisas militares. Apenas a metade deles recebeu tratamento, aponta o estudo divulgado nesta terça-feira pelo instituto. "Os homens e mulheres que serviram nossa nação estão enfrentando sérios problemas de saúde", disse Terri Tanielian, pesquisador da Rand. "Ao menos que recebam tratamento apropriado e efetivo para os danos que estão sofrendo, haverá conseqüências de longo prazo para eles e para a nação", acrescentou Terri em entrevista à Associated Press. O estudo de 500 páginas é o primeiro feito em larga escala e inclui uma pesquisa com 1.965 soldados de várias regiões do país e de todas as divisões das forças armadas, incluindo militares ainda em atividade e veteranos aposentados...

Leia o texto completo.

Fonte: Folha Online: 17/04/2008 - 16h02 (da Associated Press, em Washington)

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Loyola no Google Book Search

Edições Loyola é a maior parceira do Google Book Search no Brasil
Edições Loyola é a editora brasileira que ofereceu a maior quantidade de títulos para inclusão no Google Book Search, ferramenta de pesquisa on-line que possibilita a descoberta do conhecimento armazenado nos livros. Do total de 3,5 mil títulos do catálogo de Edições Loyola, 2.700 já estarão disponíveis neste formato ainda no primeiro semestre de 2008, número que pode chegar a 3.200. Comemorando 50 anos de existência em 2008, Edições Loyola é uma das dez maiores editoras do Brasil e conta com um catálogo diversificado, com publicações nas áreas de Filosofia, Teologia, Educação, Pedagogia, Psicologia, Comunicação, Sociologia e Política, História, Artes, Ética e Bioética. A cada mês, cerca de 12 novos títulos e 15 reimpressões se juntam a este universo, totalizando dois milhões de livros impressos por ano. Foi também a primeira editora católica do país a aderir ao novo formato de pesquisas de livros. Para o diretor de Edições Loyola, Pe. Danilo Mondoni, o acordo firmado com o Google abre um novo canal para divulgar o conhecimento armazenado no catálogo da editora. Fundada por jesuítas, Edições Loyola procura dar continuidade à contribuição da Companhia de Jesus à formação e ao fortalecimento da cultura brasileira e à sua missão de promover o enriquecimento cultural e espiritual de seus leitores...


Leia a notícia completa, publicada na página da Loyola em 10 de março de 2008.

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Gramatica do Grego do Novo Testamento

A Loyola está anunciando para breve o lançamento do segundo volume da Coleção Ferramentas Bíblicas: uma Gramática do Grego do Novo Testamento.


SANTOS, A.-A. G. Gramática do grego do Novo Testamento. São Paulo: Loyola, 2008, 344 p. - ISBN 9788515035311.

Lembro ao leitor que esta coleção teve início com o excelente livro do Cássio Murilo Dias da Silva, Leia a Bíblia como literatura.

Meus alunos do Primeiro Ano de Teologia do CEARP estão utilizando este livro na disciplina de Introdução à S. Escritura. E sua avaliação é positiva.

Um estudante chamou minha atenção para as comparações feitas pelo Cássio de alguns textos das Bíblias em português e me disse que esta é uma ferramenta que tem sido de muita utilidade em sua atividade pastoral. A diversidade de traduções freqüentemente confunde as pessoas, que ficam se perguntando qual é a melhor Bíblia, qual seria a melhor tradução, qual é a mais confiável... O livro do Cássio ajuda a compreender isso.

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Terça-feira, Abril 15, 2008

A Teologia e seu papel na sociedade brasileira

Recebi ontem, 14 de abril de 2008, alarmante e-mail do Presidente da SOTER, Dr. Afonso Maria Ligorio Soares.

O fato é que muita gente, teólogos inclusive, não está ciente do que vem ocorrendo nos bastidores do Congresso Nacional quando o assunto é Teologia. Ao noticiar em 18 de março passado, no post Para onde vai a Teologia no Brasil? o absurdo que se articula, vi que muita gente se surpreendeu... Observo que os sublinhados no e-mail são meus.

O e-mail:

  • Reunião: A Teologia e seu papel na sociedade - mudanças em curso no MEC e no Congresso Nacional

  • Convocação: Diretoria nacional da SOTER e seu Conselho Regional em São Paulo

  • Quem: Diretores, Coordenadores e Docentes de Faculdades e Institutos de Teologia do Estado de São Paulo

  • Quando: dia 14 de maio de 2008

  • Local: sede da Editora Paulinas - Rua Pedro de Toledo 164, 1º andar, ao lado do Metrô Santa Cruz, em São Paulo-SP.

  • Horário: das 9h às 13h.
São Paulo, 8 de abril de 2008

Prezado colega Diretor/Coordenador/Conselheiro/,

Em nome da Diretoria nacional da Sociedade de Teologia e Ciências da Religião (SOTER) e de seu Conselho Regional em São Paulo, gostaríamos de convidá-lo para uma reunião com os diretores de Faculdades e Institutos de Teologia do Estado de São Paulo no próximo dia 14 de maio, quarta-feira. A diretoria da Editora Paulinas gentilmente aceitou sediar esse evento em suas dependências, na Rua Pedro de Toledo 164, 1º andar, ao lado do Metrô Santa Cruz, em São Paulo-SP.

Pensamos em um primeiro encontro de uma manhã, das 9h às 13h. O que nos motiva a tal iniciativa é, em primeiro lugar, retomar a mobilização dos Institutos de Teologia paulistas, de forma a criar um espírito de partilha e mútuo crescimento entre nossas instituições de ensino. Em segundo lugar, move-nos a urgência de alguns acontecimentos que exigem de nós um maior esclarecimento e uma tomada de posição sobre os rumos a serem seguidos.

Ocorre que o papel da teologia na sociedade e seu lugar na academia e no serviço às comunidades estão prestes a sofrer sérios revezes [sublinhado meu], a menos que possamos estar atentos e unidos nesse momento. No âmbito acadêmico (MEC, Capes, CNPq), sentimos sinais de retrocesso e de desqualificação da Teologia como saber acadêmico [sublinhado meu]; no âmbito político, como tem saído na imprensa, há dois projetos tramitando no Congresso Nacional (um no Senado e outro na Câmara) sobre a regularização da profissão de teólogo e a criação de certo “Conselho Federal de Teólogos”; além destes, também foi entregue ao Sen. Pedro Simon um projeto que altera a lei sobre a figura dos “mediadores de conflito” (que hoje são: os psicólogos, os psiquiatras e os assistentes sociais) para aí incluir o profissional diplomado em curso válido de teologia.

Tais projetos, se aprovados, alterarão sensivelmente o reconhecimento civil dos cursos de teologia e dos profissionais neles formados. Na pior das hipóteses, Instituições tradicionais como a Igreja Católica e as Protestantes históricas correm o risco de nem mesmo poder deliberar sobre o que é teologia e quem é o teólogo em suas agremiações [sublinhado meu].

É por isso que entendemos ser muito importante que sua Instituição se faça representar nessa reunião – o diretor, os membros do Conselho e/ou coordenadores dos cursos de Teologia, ou alguém por eles indicado. Sua participação irá contribuir para uma maior aproximação entre nossas instituições e facilitar uma colaboração mais efetiva em vista do fortalecimento da presença pública da Teologia na sociedade, na academia e nas igrejas.
Contando com sua compreensão e participação, despedimo-nos na certeza de podermos encontrá-lo nesta próxima ocasião.

Dr. Afonso Maria Ligorio Soares - Presidente da SOTER
E-mail: soter@soter.org.br

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Ano Paulino na Vida Pastoral

O número 260 da revista Vida Pastoral - maio-junho de 2008 - é dedicado ao Ano Paulino.

Os artigos:
  • Anúncio papal do Ano Paulino - Homilia de Bento XVI
  • Libertar Paulo! - José Bortolini
  • O apóstolo Paulo e a comunicação - Valdir José de Castro
  • Liberdade com responsabilidade: ética cristã nos escritos de São Paulo - Darci Luiz Marin
O Ano Paulino foi instituído por Bento XVI para comemorar os dois mil anos do nascimento de Paulo. Começa em 28 de junho de 2008 e termina em 29 de junho de 2009.


Leia Mais:
Anno Paolino - Bimillenario della nascita di San Paolo Apostolo
Apresentadas sugestões para celebração do Ano Paulino - CNBB: 09 de abril de 2008
Bíblia: tema a ser debatido pelos bispos em 2008
SBB - 2008 Ano da Bíblia

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Domingo, Abril 13, 2008

Fazendo Teologia no umbral de Planck?

No post anterior recomendo dois artigos muito bons que realmente fazem pensar. Mas, quanto a este, li e fiquei sem saber o que pensar... Há um problema epistemológico neste tipo de raciocínio? Ou não?

Em meu artigo Inventando o Universo: Pensar Deus a partir da Nova Física, escrevi ainda no começo do milênio:
"Einstein disse certa vez que estava interessado mesmo era em saber como Deus criara este mundo. Ora, já se passou quase um século desde que a teoria da relatividade e a mecânica quântica começaram a ajudar os homens a compreenderem melhor como é feito este mundo em que vivemos. Porém, muitos teólogos ainda encontram sensíveis dificuldades em pensar Deus e o homem a partir da cosmologia que surgiu com as descobertas da física do século XX. Em pleno terceiro milênio, teólogos há que, por razões diversas, ainda continuam a ler os textos bíblicos e a elaborar suas reflexões como se as cosmologias antiga e medieval fossem mais do que suficientes para explicar o universo e o lugar do homem nele. Tempo, espaço, matéria, Deus, causalidade, alma, criação, salvação, redenção, determinismo, livre-arbítrio e tantos outros conceitos precisam ser revisitados sob o olhar vigilante da nova física".

De qualquer maneira aí está:

Um Deus do qual surge o espaço-tempo: Notícias do Dia - IHU Online - 13/4/2008


Para ajudar - ou para complicar - leia ainda:
Cosmólogo recebe prêmio defendendo existência de Deus - BBC Brasil: 14 de março de 2008
Prémio Templeton 2008 - De Rerum Natura: 24 de março de 2008
The ethics of mixing science and religion - New Scientist Short Sharp Science Blog: March 12, 2008
Newest Templeton Prize winner rejects "intelligent design" - National Center for Science Education: March 20, 2008
Statement by Professor Michael (Michal) Heller - At The Templeton Prize News Conference, March 12, 2008
Templeton Prize
Sir John Templeton

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Recomendo dois artigos lidos hoje

O desafio da razão: Manifesto para a renovação da história, por Eric Hobsbawm, em Carta Maior: 11/04/2008
É tempo de restabelecer a coalizão daqueles que desejam ver na história uma pesquisa racional sobre o curso das transformações humanas, contra aqueles que a deformam sistematicamente com fins políticos e simultaneamente, de modo mais geral, contra os relativistas e os pós-modernos que se recusam a admitir que a história oferece essa possibilidade.

O desastre midiático, por Ignacio Ramonet, em Carta Maior: 12/04/2008
O jornalista espanhol Pascual Serrano construiu um "arquivo da vergonha jornalística", reunindo flagrantes demonstrações da deterioração de uma profissão que ameaça ruir. Hoje, a verdade informativa é quando toda a mídia (imprensa, rádio, televisão e Internet) diz a mesma coisa sobre um tema, diz que uma coisa é verdade… mesmo que seja mentira.

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Sexta-feira, Abril 11, 2008

Muito claro

... “Está claro que a renitência em obstruir e esbravejar está passando para a sociedade um sentimento de inutilidade da oposição”, ecoou um ‘demo’.

Pois é: Acuada, a oposição se reúne em busca de um ‘rumo’.

Ora, ora...

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Quinta-feira, Abril 10, 2008

Obras do OI online

AWOL - The Ancient World Online - 2

Visite esta página e veja que presente você acabou de ganhar: várias obras do Instituto Oriental da Universidade de Chicago estão disponíveis online.

Comunicado feito por Chuck Jones.

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Resenhas na RBL: 09.04.2008

As seguintes resenhas foram recentemente publicadas pela Review of Biblical Literature:

Calum Carmichael
Illuminating Leviticus: A Study of Its Laws and Institutions in the Light of Biblical Narratives
Reviewed by Reinhard Achenbach

C. John Collins
Genesis 1-4: A Linguistic, Literary, and Theological Commentary
Reviewed by Philippe Guillaume

Mary L. Coloe
Dwelling in the Household of God: Johannine Ecclesiology and Spirituality
Reviewed by Cornelis Bennema

Carol Dempsey
Jeremiah: Preacher of Grace, Poet of Truth
Reviewed by Carolyn J. Sharp

Ronald Herms
An Apocalypse for the Church and for the World: The Narrative Function of Universal Language in the Book of Revelation
Reviewed by David L. Barr

Timothy Paul Jones
Misquoting Truth: A Guide to the Fallacies of Bart Ehrman's Misquoting Jesus
Reviewed by Craig L. Blomberg

Jan Joosten and Peter J. Tomson, eds.
Voces Biblicae: Septuagint Greek and Its Significance for the New Testament
Reviewed by Hans Ausloos

J. A. (Bobby) Loubser
Oral and Manuscript Culture in the Bible: Studies on the Media Texture of the New Testament-Explorative Hermeneutics
Reviewed by Alan Kirk

Nicholas Perrin
Thomas, The Other Gospel
Reviewed by Kenneth D. Litwak

Mark Roncace
Jeremiah, Zedekiah, and the Fall of Jerusalem
Reviewed by Lester L. Grabbe

Don Sausa
The Jesus Tomb: Is It Fact or Fiction? Scholars Chime In
Reviewed by Mark R. Fairchild

John L. Thompson
Reading the Bible with the Dead: What You Can Learn from the History of Exegesis That You Can't Learn from Exegesis Alone
Reviewed by John Sandys-Wunsch

D. Francois Tolmie
Persuading the Galatians: A Text-Centred Rhetorical Analysis of a Pauline Letter
Reviewed by Steven A. Hunt

Elaine M. Wainwright
Women Healing/Healing Women: The Genderization of Healing in Early Christianity
Reviewed by John J. Pilch

Ulrich Wilckens
Theologie des Neuen Testaments, Vol. 1: Geschichte der urchristlichen Theologie: Part 1: Geschichte des Wirkens Jesu in Galiläa; Part 2: Jesu Tod und Auferstehung und die Entstehung der Kirche aus Juden und Heiden; Part 3: Die Briefe des Urchristetums: Paulus und seine Schüler, Theologen aus dem Bereich judenchristlicher Heidenmission; Part 4: Die Evangelien, die Apostelgeschichte, die Johannesbriefe, die Offenbarung und die Entstehung des Kanons
Reviewed by Christoph Stenschke

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Quarta-feira, Abril 09, 2008

Novo livro de Niels Peter Lemche ainda em 2008

Vem aí um novo livro de Niels Peter Lemche.


LEMCHE, N. P. The Old Testament Between Theology and History: A Critical Survey. Louisville, KY: Westminster John Knox, 2008, 504 p. - ISBN 9780664232450.


Publicação prevista para outubro de 2008. Aguardemos. Com certa ansiedade. Lemche é um nome e tanto na Escola de Copenhague!

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Terça-feira, Abril 08, 2008

Biblia: teoria e pratica – Leituras de Rute

Vem aí o número 98 da revista Estudos Bíblicos, o segundo de 2008. Este número foi elaborado pelos Biblistas Mineiros e, como de praxe, será publicado pela Editora Vozes, de Petrópolis.

O título: Bíblia: teoria e prática – Leituras de Rute

Editorial: Telmo José A. de Figueiredo

PARTE I
  • Agenda para o estudo de um texto bíblico - Johan Konings e Súsie Helena Ribeiro
  • Aprenda a enxergar com o cego Bartimeu, ou... Por que é necessário um método para ler a Bíblia? - Cássio Murilo Dias da Silva
  • Bíblia: Mito? Realidade? - Telmo José A. de Figueiredo
  • Como ler os apócrifos do Segundo Testamento - Jacir de Freitas Faria

PARTE II
  • Releituras rabínicas do livro de Rute - Leonardo Alanati
  • Rute à luz do método histórico-crítico - José Luiz Gonzaga do Prado
  • A narratividade do livro de Rute - Jaldemir Vitório
  • Leitura sócio-antropológica do livro de Rute - Airton José da Silva
  • O protagonismo de uma sogra: a história de Noemi e Rute - Uma abordagem feminina sob o olhar da psicologia - Maria Aparecida Duque e Rosana Pulga
Leia Mais:
Bibliografia sobre Rute
Enquete sobre Rute
Fundamentalismo em debate
Fundamentalismo: um modo de estar no mundo
International Biblical Studies Writing Month
Leitura do livro de Rute: algumas dificuldades
Resenhas de livros sobre Rute

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O soldado de inverno marcha novamente

Veteranos do Iraque e do Afeganistão relatam horrores praticados pelas tropas norte-americanas. "No dia 18 de abril de 2006 tive minha primeira 'morte confirmada'. O homem era inocente. Não sei seu nome. Eu o chamava 'o gordo'. Estava caminhando de volta para sua casa e eu atirei contra ele na frente do seu amigo e do seu pai", contou Jon Michael Turner.

Na metade de março, às vésperas do quinto aniversario da invasão do Iraque, foi realizado um excepcional encontro em Washington D.C. chamado Winter Soldier (Soldado de Inverno): Iraque e Afeganistão, relatos em primeira mão das ocupações. Centenas de veteranos das duas guerras e soldados na ativa, reuniram-se para dar testemunho sobre os horrores da guerra, incluindo as atrocidades que presenciaram ou que eles mesmos cometeram. O nome Winter Soldier foi tomado de um evento similar realizado em 1971, no qual centenas de veteranos do Vietnã reuniram-se em Detroit, e sua origem está na frase que inicia o panfleto de Thomas Paine, "The Crisis" (A Crise), publicado em 1776: "Estes são os tempos que põem à prova as almas dos homens: em tempos de crise, o soldado de verão, sem convicção, e o patriota sem causa evitarão servir seu país; mas aquele que se mantiver firme merece o amor e o agradecimento de todos os homens e mulheres". Este Winter Soldier foi organizado pelo grupo Veteranos do Iraque Contra a Guerra (IVAW, na sigla em inglês - Iraq Veterans Against the War). Kelly Dougherty, veterano do Iraque, membro da Guarda Nacional do Exército no Colorado e diretor executivo de IVAW, abriu o evento com estas palavras: "As vozes dos veteranos e membros na ativa, assim como as dos civis, devem ser ouvidas pelo povo dos Estados Unidos e pelas pessoas de todo o planeta; e também por outras pessoas do exército e outros veteranos, para que eles mesmos possam encontrar sua própria voz para contar sua história, porque cada uma das nossas histórias individuais tem uma importância crucial e deve ser ouvida para que as pessoas compreendam a realidade e o verdadeiro custo humano da guerra e da ocupação". O que veio a seguir foram quatro dias de intensos depoimentos, relatos de primeira mão de assassinatos de civis iraquianos, indo da desumanização de iraquianos e afegãos que acompanha a violência das ocupações até as vítimas que essa violência cobra entre os soldados e a atenção inadequada que eles recebem quando voltam para casa.

Leia o texto completo de O soldado de inverno marcha novamente em Carta Maior - 07/04/2008

Traduzido do original inglês: Winter Soldier Marches Again - Democracy Now - The War and Peace Report: March 19, 2008. Texto assinado por Amy Goodman.

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O Deuteronomista e sua história de Israel

Telmo Figueiredo comunicou ontem, via e-mail, aos Biblistas Mineiros, que o nosso livro sobre a Obra Histórica Deuteronomista será lançado até o final de 2008, portanto, com certo atraso. Ele diz:

"A novela da publicação de nosso livro sobre o Deuteronomista vai se encaminhando ao seu final. Depois de muito refletir, e levando em conta as contribuições dos colegas, optamos pelo seguinte título para esse livro a ser publicado pela Editora Vozes de Petrópolis (RJ): O Deuteronomista e sua história de Israel: do êxodo ao exílio. Achamos que não poderíamos excluir a expressão “deuteronomista”, mesmo sendo esta muito questionada atualmente pela pesquisa bíblica, porém não surgiu nada melhor no horizonte, até o momento. Ao mesmo tempo, a versão do “deuteronomista” é uma entre outras, por isso, a escolha de “e sua história”, o possessivo ajuda a sublinhar essa variedade de visões sobre o passado de Israel. Identificando o tempo, “do êxodo ao exílio”, pretendemos tornar o título atraente a estudantes de Teologia a fim de facilitar a compreensão de qual época bíblica o livro se ocupa.

O Konings ficou encarregado de fazer uma “amarração” geral entre os diversos artigos que integrarão este livro, pois os mesmos foram redigidos, originalmente, para integrar uma revista. Em se tratando de livro a configuração final deve ser de capítulos e não artigos. Todo o material deveria chegar em suas mãos para ser realizada tal tarefa. Ainda não concluí uma verificação geral que estou fazendo desse material e de meu próprio capítulo. Assim que puder, irei remeter-lhe tudo para que se possa concluir a nossa preparação do livro e enviá-lo à Editora Vozes a fim de se proceder às várias etapas antes da publicação. Por esse motivo, a nossa obra não deverá ser publicada antes do final deste ano. Mas, a paciência da espera deverá ser compensadora devido ao resultado final, sem dúvida!"

Minha contribuição para o livro aparece em dois textos:
O Contexto da Obra Histórica Deuteronomista
Pequena bibliografia comentada sobre a Obra Histórica Deuteronomista

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Domingo, Abril 06, 2008

Sacerdote: as vantagens de uma profissão

Emprego? Negócio? Carreira promissora? Oportunidades? Profissão corporativa? Ramo civil? Ramo militar?

Bem, está na área de Empregos e Negócios. Você lê, você vê - é um vídeo - você avalia.

Avalie o conteúdo, avalie a linguagem, avalie o contexto.

Será a ressaca pós-neoliberal que provoca este tipo de anúncio?

Li e reli e não vi a "antiga" palavra "vocação"...

Sacerdotes podem ter uma carreira promissora
Profissionalmente, a vida de um sacerdote parece não oferecer muitas oportunidades. No entanto, como em qualquer profissão corporativa, a atividade exige qualificação com muito estudo para aquele que escolheu seguir a vida religiosa. Neste videocast, a repórter de Empregos e Negócios da Folha Maria Carolina Nomura fala sobre reportagem que destaca as atividades exercidas pelos sacerdotes, tanto no ramo civil como no militar (...) O padre que opta pela área militar pode exercer a profissão de capelão, com direito a salário. Além de celebrar missas em guerras e em missões de paz, o capelão dá apoio espiritual às tropas, sempre respeitando a religião de cada soldado...

Fonte: Folha Online: 06/04/2008 - 11h22

P.S.: Posso solicitar de meus amigos Luiz Roberto Benedetti e Brenda Carranza uma análise da notícia?

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Quinta-feira, Abril 03, 2008

Biblical Studies Carnival XXVIII

Seleção dos melhores posts de março de 2008.

Feita, com muito bom humor, por Chris Weimer, no biblioblog Thoughts on Antiquity.

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Quarta-feira, Abril 02, 2008

De novo?

Síria se prepara para ataque israelense, diz jornal

Guila Flint - da BBC, em Tel Aviv

O Exército sírio elevou o nível de alerta e está se preparando para um possível ataque israelense, informou nesta quarta-feira o jornal "El Kuds El Arabi". O jornal, publicado em Londres e considerado importante no mundo árabe, cita fontes sírias que teriam afirmado que um provável ataque de Israel teria como alvo a Síria e o grupo xiita libanês Hizbollah. De acordo com a publicação, o governo sírio tem acompanhado as últimas declarações de líderes israelenses e chegou à conclusão de que Israel estaria preparando a opinião pública para uma guerra com a Síria.

Leia a reportagem completa na BBC Brasil de 02/04/2008 - 11h20

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Biblioblogueiro de abril 2008: Doug Chaplin

Brandon Wason, em Biblioblogs.com, entrevista o britânico Doug Chaplin, do biblioblog MetaCatholic [Obs.: blog descontinuado], escolhido como o biblioblogueiro do mês de abril de 2008.

Doug Chaplin: an Anglican parish priest, with a particular academic interest in New Testament study, especially Paul (Wright, Sanders, Dunn).

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Terça-feira, Abril 01, 2008

Resource Pages for Biblical Studies Blog

Como sabemos, Torrey Seland encerrou seus blogs. O que foi publicado em Philo of Alexandria permanecerá disponível no mesmo endereço, pois há ali muitas informações de interesse.

A intenção de Torrey Seland é atualizar suas conhecidas e famosas páginas de links para estudos bíblicos, as Resource Pages for Biblical Studies. E este R P B S Blog - Resource Pages for Biblical Studies Blog - será o canal informativo sobre a atualização e manutenção de suas preciosas páginas.

Visite este blog e fique informado.

Ele diz no About do novo blog:
Welcome to this ‘blog’. Well, it will probably not be so much a blog in the general sense, as more an info space related to my Resource Pages for Biblical Studies, and as such a space where I can announce updates and other info related to my Resource Pages. And even post occasionally about Philo and other biblical topics…. If you will stay updated about what happens to the Resource Pages for Biblical Studies, please subscribe to this blog.

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