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Com alegria colocamos em suas mãos uma sugestão para a Celebração do Dia da Bíblia (...) O Projeto Nacional de Evangelização propõe para este ano, no mês de setembro (...) o Livro de Eclesiastes (...) O mês de setembro, reconhecido nacionalmente como o mês da Bíblia, é para nós uma grande riqueza. Ele possibilita preparar, vivenciar e testemunhar com entusiasmo e empenho as Celebrações em nossas comunidades, bem como fortalecer os Círculos Bíblicos e Grupos de Reflexão que buscam na Bíblia a força na missão de evangelizar e ser evangelizado.
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Os pouco mais de 9.000 habitantes do município gaúcho de Entre-Ijuís, na região das Missões (437 km de Porto Alegre), vivem uma polêmica religiosa em razão de lei aprovada recentemente obrigando a leitura da Bíblia nas escolas municipais. Habitada na sua maioria por católicos e luteranos, a cidade, de forte colonização alemã, dividiu-se sobre o assunto, a ponto de o prefeito, Paulo Airton da Silva (PFL), mesmo depois de ter sancionado a lei, estar disposto a se reunir com os vereadores, pois teme não conseguir fiscalizar sua aplicação. Entre-Ijuís tem 868 alunos em oito escolas municipais (sete de ensino fundamental e uma infantil). Há, também, três escolas estaduais (uma delas dedicada ao ensino médio). O autor do projeto, vereador Vilmar Rotilli (PDT) lamenta (...) Constitucionalistas ouvidos pela Folha consideram a medida inconstitucional. "É inconstitucional. Primeiro, porque as escolas públicas são laicas. Segundo, porque é livre a manifestação religiosa no país. Isso fere os direitos dos ateus e de pessoas que professam outros credos", disse o professor de direito constitucional Jaime Léo Carangaci. O próprio bispo diocesano de Santo Ângelo (também nas Missões) considera a lei inconstitucional. ''Acho que essa lei é inconstitucional. O ensino religioso não tem confissão religiosa. A Bíblia é patrimônio de algumas religiões. De outras, não." (cont.)
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A Comissão Européia recomendou nesta sexta-feira a todos os Estados membros da UE (União Européia) que procurem disponibilizar com rapidez seu patrimônio cultural de forma digitalizada, para respeitar o objetivo de criar até 2010 uma biblioteca digital que conte com um arcevo de pelo menos 6 milhões de obras (...) Dessa forma, praticamente todos os arquivos, museus e bibliotecas européias, que sozinhas reunem cerca de 138 milhões de obras registradas, poderão coligar seu conteúdo digital à biblioteca digital européia, que disponibilizará o material a todos os cidadãos do mundo (cont.)
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Há documentários que se sustentam por seu objeto de estudo, já que não propõem discussões estéticas. É o caso de "Dom Helder Câmara - O Santo Rebelde", projeto acalentado há muito pela cineasta Érika Bauer. Ela partiu da biografia escrita por padre Reginaldo, também um dos entrevistados, que atiçou sua curiosidade a respeito desta figura vital tanto na ala progressista da Igreja Católica quanto como resistência à ditadura militar. Fruto de uma pesquisa rigorosa e exaustiva, Bauer dispôs de imagens raras de arquivos nacionais e internacionais, que recuperam para espectadores mais jovens os eloqüentes discursos de dom Helder, morto em 1999. Homem do povo e para o povo, ele sempre foi muito lúcido em sua campanha contra qualquer injustiça. Forte ponto de apoio no elogio à sua figura pública, por exemplo, são os depoimentos de Leonardo Boff (cont.)
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A gigantesca estátua de Ramsés 2º, um dos mais prestigiosos faraós do antigo Egito, foi transportada nesta sexta-feira com sucesso da praça mais movimentada do Cairo para um local próximo às famosas pirâmides de Quéops, Quéfren e Miquerinos, nos arredores da capital. A estátua, de 83 toneladas, foi retirada da praça que leva seu nome - em frente a uma estação ferroviária, onde permaneceu por mais de 50 anos - à 1h desta sexta-feira (19h de quinta-feira, em Brasília) e chegou a seu destino às 11h10 locais (5h10 desta sexta, em Brasília), uma área desértica, próxima à estrada que une Cairo e Alexandria. O monumento, transportado em meio a uma grande ovação em duas plataformas móveis de 128 rodas, rebocadas por um caminhão, ficará em um armazém especial até ser colocado no novo Museu Egípcio, nessa mesma região. "Este é o lugar onde esta importante estátua merece estar: no maior museu do mundo", disse o ministro da Cultura, Farouk Hosni. "Só falta vê-la na entrada do museu", cuja construção terminará em 2010, acrescentou. A razão para a mudança é a deterioração que a estátua sofreu devido à poluição sonora e do meio-ambiente causadas pelos milhares de carros que passavam diariamente em frente ao monumento e os tremores causados pelo metrô (cont.)
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I strongly protested against what I regard as Rendtorff's misrepresentation of von Rad's position by his dismissal of the Yahwist as an author and historian. Anyone reading through von Rad's corpus cannot be in doubt about how strongly he felt about the Yahwist as author and historian. His study, "Das formgeschichtliche Problem des Hexateuch," was primarily to dispute Gunkel's treatment of the Yahwist as merely a random and accidental collection of old traditions and to argue that the work is that of an historian. He says very little about the Yahwist as theologian. It was Noth, in his study of the Pentateuch, who preferred to follow Gunkel and who also spoke of the process of tradition accumulation as theological, and Rendtorff has followed this line, not that of von Rad.
When comes to characterize my own work on the Yahwist, he tries to represent me as creating "a new kind of Yahwist ... an individual personality; he is not a theologian like von Rad's Yahwist, but a historian." As suggested above, this misrepresents both von Rad and me. I have simply followed von Rad's suggestion that J is a historian, but I do not deny that within J's history there is a theology and I have written on the subject. That is a completely false choice. What is even more puzzling is Rendtorff's assertion that for me there is only one source or author in the Pentateuch and that my views represent a "reduced documentary hypothesis, namely a one-document hypothesis." That bears no resemblance to my views at all. I have rejected the "traditional" E source, but there were a number of scholars before me who did that so there is nothing new there. I retain Deuteronomy and P as separate sources in the largely "traditional sense" so that there remain for me three major sources. Where I part from the Documentary Hypothesis is in the rejection of the role of redactor or editor (see my book noted above) as the one who combined these sources. Instead, I advocate the theory of a successive supplementation of one source or author by another. I have even characterized my work as the "New Supplementary Hypothesis" but Rendtorff has ignored all of this.
A number of those scholars who have followed Rendtorff's lead in getting rid of the Yahwist as author are reflected in the book Abschied vom Jahwisten, which is reviewed by Rendtorff in this paper. I heard that such a book was in the works but I was not asked to contribute or respond to it. However, in a second volume on this same theme "Farewell to the Yahwist," I have contributed a paper, "The Report of the Yahwist's Demise has been Greatly Exaggerated!," in which I seek to respond to this movement to get rid of the Yahwist (...) I will not comment here on any of these scholars cited by Rendtorff in his support, except to say that they have largely replaced the Yahwist by a series of redactors. They retained the source P, for some strange reason, although large chunks of it have also become the work of the ubiquitous redactor. It was the Documentary Hypothesis that created the redactor as a literary devise, a dues ex machina, to make the whole theory work. That is the only really distinctive feature of the Documentary Hypothesis and it is this part of the theory that Rendtorff and others have retained. Now we supposedly have editors without any authors, which is absurd, and the whole literary process has become known as "redaction criticism." It is high time that the "redactor" takes his leave and the author is restored to his rightful place in literary criticism.
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Pela primeira vez desde o início dos mais recentes conflitos no Oriente Médio, o comando militar israelense admitiu nesta quinta-feira ter cometido falhas na condução de sua ofensiva no Líbano. Há dez dias em cessar-fogo, Israel e o grupo terrorista Hizbollah travaram uma batalha que durou 34 dias e deixou 1.183 mortos no Líbano e cerca de 160 em Israel, segundo relatório da ONU (Organização das Nações Unidas). A declaração foi feita por meio de uma carta, na qual o chefe do Estado-Maior de Israel, Dan Halutz, afirma aos soldados que os conflitos revelaram falhas na logística, nas operações e no comando militar. "Serão respondidas perguntas de forma profissional, todo mundo será investigado -- a partir de mim para baixo, até o último soldado", diz o texto liberado pelo Exército israelense nesta quinta-feira (...) Ataques aéreos israelenses deixaram cidades inteiras no Líbano sob escombros e forçaram quase 1 milhão a pessoas sair de suas casas. O Hizbollah, em ação sem precedente, também lançou cerca de 4.000 foguetes contra a região norte de Israel, fazendo com que aproximadamente 300 mil pessoas se deslocassem para abrigos antiaéros ou outras cidades. Enquanto Halutz admitia as falhas militares israelenses levadas a cabo no Líbano, o líder do Shin Bet (serviço de inteligência israelense), Yuval Diskin, chamou a ofensiva de "fiasco", em sua primeira declaração pública desde o início dos combates. "O norte [de Israel] foi abandonado e o sistema de governo desmoronou", disse. "Houve muitos fracassos, e a população vê e entende isso. Não é hora de calar, a verdade deve ser contada. Alguém tem de dar explicações e assumir a responsabilidade", acrescentou Diskin (cont.)
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Tyler F. Williams, dando prosseguimento à série de posts sobre a crítica textual da Bíblia Hebraica/Antigo Testamento, chega ao post n. 9 que trata da Crítica Textual na Prática, onde diz:
Neste post demonstrarei a prática da crítica textual com dois exemplos, Js 1,1 e Sl 73,7, que iluminam a prática da crítica textual externa e interna, respectivamente.
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Litoral com ciclones tropicais e avanço do nível do mar, floresta amazônica e nordeste com paisagens de deserto e uma reorganização da produção agrícola brasileira.Esses são alguns cenários que a organização não-governamental Greenpeace prevê para o Brasil no próximo século, devido ao aquecimento global. A previsão está no documento "Mudanças do Clima, Mudanças de Vida. Como o aquecimento global já afeta o Brasil" apresentado pela ONG nesta quarta-feira, em São Paulo. O levantamento, que inclui pesquisas de universidades e órgãos ambientais nacionais e internacionais, mostra como o efeito estufa está afetando cada uma das regiões brasileiras e como seria o futuro do Brasil com o aumento global das temperaturas (cont.)
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A Procuradoria da República em São Paulo vai entrar com ação civil pública contra a Google Brasil, na próxima segunda-feira. O objetivo é conseguir que a quebra de sigilo do Orkut, para impedir atividades criminosas na internet (...) O Ministério Público diz que a companhia descumpre as determinações judiciais de fornecer dados como o endereço eletrônico de internautas envolvidos em crimes de pedofilia, homofobia e racismo, o que prejudica investigações da Polícia Federal (cont.)
A Justiça Federal em Belo Horizonte determinou que o Google cancele quatro comunidades que comercializam ou instigam o consumo de lança-perfume no Orkut (cont.)
O Google Brasil entrou nesta segunda-feira com uma ação na Justiça brasileira pedindo que seja indicado um especialista com o objetivo de confirmar, "de maneira independente", que a empresa não possui informações de usuários do Orkut.com (cont.)
A Safernet informou nesta terça-feira que 90% das denúncias que a ONG brasileira já recebeu estão relacionadas a perfis e comunidades no Orkut. Dentre elas a maioria está ligada à pedofilia. A ONG fez um relatório de 150 páginas sobre pornografia infantil e pedofilia no Orkut que será enviado à Comissão de Direitos Humanos da Câmara e ao Ministério Público Federal de São Paulo. O documento é fruto de uma investigação sobre funcionamento da pornografia infantil no site de relacionamentos (cont.)
A Procuradoria da República no Estado de São Paulo entrou nesta terça-feira com uma ação contra o Google para obrigar a empresa a cumprir 52 pedidos de quebra de sigilo feitos pela Justiça do site de relacionamentos Orkut. O objetivo é ter mais informações para investigar perfis e comunidades de pedófilos e de pessoas que praticam crimes de ódio, como racismo e homofobia (cont.)
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Dois dias depois do início do cessar-fogo no conflito contra o grupo libanês Hezbollah, Israel começa a debater sobre o saldo da guerra. Segundo pesquisas de opinião, a maioria dos israelenses acha que Israel não alcançou os objetivos estabelecidos pelo governo, quando decidiu iniciar uma ampla ofensiva no Libano após a captura de dois soldados israelenses pelo Hezbollah. Analistas locais descrevem a guerra em termos como "derrota", "fiasco", ou no mínimo "uma série insuportável de falhas"(...) O sentimento de "fracasso" decorre principalmente do fato de que, apesar de toda a força que Israel aplicou contra o Hezbollah, o grupo ter mantido sua capacidade militar. Até o último dia da guerra, a militância xiita continuou lançando foguetes e mísseis contra o norte do país. As promessas da liderança israelense de "desarmar o Hezbollah" e "eliminar a capacidade do grupo de ameaçar Israel" não se concretizaram (...) Para vários analistas, os resultados desta guerra vão levar os israelenses a se confrontar com os limites da força e questionar o unilateralismo adotado por Ariel Sharon e seguido por seu sucessor, Ehud Olmert. "Tento pensar quando foi a última vez que vi líderes israelenses conversando com líderes árabes sobre paz e tenho dificuldades de lembrar", escreve o jornalista Daniel Ben Simon, em artigo no jornal Haaretz. "Será que esta guerra desgraçada no Líbano e a matança sem fim em Gaza são conseqüência da falta de disposição para falar com nossos vizinhos? Quando foi a última vez que tentamos falar com os palestinos sobre seu futuro e o nosso? Quando tentamos averiguar com os libaneses a possibilidade de um acordo de paz assinado? Quando tentamos retomar as negociações interrompidas com a Síria?", pergunta Ben Simon. De acordo com Gideon Levy, também no jornal Haaretz, "o fracasso pode ter resultados positivos". "Se entendermos que aquilo que não funciona com força também não vai funcionar com mais força, esta guerra poderá nos levar à mesa de negociações." "Talvez mais israelenses se perguntem para que matamos e morremos e talvez entendam que tudo isso, novamente, foi em vão." (...) A frustração com o fracasso militar, porém, juntamente com uma insatisfação crescente de caráter social, também podem resultar no fortalecimento da direita e da concepção do uso de "mais força". Líderes de partidos de direita e pensadores conservadores afirmam que Israel não deveria ter concordado com o cessar-fogo antes de "uma vitória esmagadora". Em um artigo no jornal Maariv, o historiador Alexandre Blei, diretor do departamento de história de Israel da Universidade Judéia e Samaria, no assentamento de Ariel (Cisjordânia), pediu a renúncia do governo (cont.)
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The seminar was started by Phillip Davies, and it includes Rainer Albertz, Thomas Thompson, and Niels Peter Lemche (although the latter two were not able to attend this year). It is somewhat unfair to refer to this as a minimalist-only camp, however, as it also includes Marc Zvi Brettler and Joseph Blenkinsopp. Papers for the seminar were circulated in advance, so most of the time was spent in discussion.
The first paper was by Blenkinsopp. It was on the Midianite hypothesis for the origins of Yahwism. The difference with his paper, however, was that he proposed that Yahwism came in through Judah, whereas most see it as coming in through Israel(...) The second paper was by Brettler, who argues that the stories of David not killing Saul when he had the chance have little historical basis (...) The third paper was by Davies, who argued that even if the Tel Dan inscription does refer to the house of David, it doesn’t tell us anything of importance (...) The final paper was given by Lester Grabbe on historical information about David and Solomon (...) Since my book [The Campaign of Pharaoh Shoshenq I into Palestine. Tübingen: Mohr Siebeck, 2005] is the latest work on Shoshenq, they wanted me to talk for a few minutes about my research.
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Nascido no Líbano, no Brasil há 30 anos, desde os 15 anos de idade, Riad Younes não pode ser apresentado apenas como médico. Doutor, professor universitário, cientista. Editor de nove livros médicos e um para leigos (O Câncer). Autor de 91 trabalhos publicados em revistas nacionais e estrangeiras, já recebeu oito prêmios de excelência científica. Criador de procedimento em caso de acidente, aplicado em todo mundo. Com a família, visitava o Líbano em julho passado, quando foi surpreendido pelo ataque israelense. CartaCapital publicou o candente depoimento de sua fuga para a Jordânia na edição 403.
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