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Métodos para a Leitura da Bíblia/Techniques & Methods of Study

DIAS DA SILVA, C. M. com a colaboração de especialistas, Metodologia de Exegese Bíblica. 2. ed. São Paulo: Paulinas, 2003, 526 p.

Escrito em colaboração com alguns colegas especialistasCássio Murilo, Metodologia de Exegese Bíblica em Bíblia, este é um manual de exegese bíblica que se ocupa também da hermenêutica, assim como é exercitada na América Latina. Este livro facilitará aos leitores e leitoras o acesso à terminologia nesta área do conhecimento. Destinado primeiramente, mas não de modo exclusivo, a um público já introduzido na teologia e nos estudos bíblicos, quer propor uma nova maneira de ler a Bíblia.


 

DIAS DA SILVA, C. M. Leia a Bíblia como literatura. São Paulo: Loyola, 2007, 104 p. - ISBN 9788515033072.

Este livro constitui uma 'caixa de ferramentas' para quem já tem algum contato com a Bíblia na oração e na catequese, mas não está satisfeito somente com isso e quer mais. Não é uma introdução à Bíblia, e sim uma introdução à leitura da Bíblia como uma obra literária. Este livro reelabora de modo mais simples várias coisas que já haviam aparecido no Metodologia de Exegese Bíblica (ver acima), mas agora com uma linguagem mais acessível e, por outro lado, com algumas complementações. Leia mais aqui e aqui.


 

EGGER, W. Metodologia do Novo Testamento: Introdução aos Métodos Lingüísticos e Histórico-Críticos. Traduzido do alemão por Johan Konings e Inês Borges. São Paulo: Loyola, 1994, 238 p.

O autor apresenta os métodos clássicos da exegese, bem como os problemas levantados pela literatura histórica e pela moderna hermenêutica. Clara descrição dos métodos, indicações práticas e exemplos demonstrativos oferecidos para o trabalho de interpretação, uma ampla bibliografia: estes são alguns dos méritos desta obra.


 

MESTERS, C. Flor sem Defesa: Uma Explicação da Bíblia a partir do Povo. 5. ed. Petrópolis: Vozes, 1999, 208 p.

Uma excelente introdução à leitura popular da Bíblia, feita pelo maior de seus mestres, Carlos Mesters. Recomendado para todos os que se interessam por uma leitura ao mesmo tempo científica e atual da Bíblia, tal como é feita na América Latina.


 

PONTIFÍCIA COMISSÃO BÍBLICA  A Interpretação da Bíblia na Igreja. São Paulo: Paulinas, 1994, 166 p.

A Interpretação da Bíblia na Igreja, de 15 de abril de 1993, lembra que o problema da interpretação da Bíblia não é uma invenção moderna, como alguns querem fazer crer. O documento mostra que, no entanto, ele se acentuou com o desenrolar do tempo, e uma das razões é o uso dos métodos científicos usados para interpretar os textos bíblicos: "Em que proporção esses métodos podem ser considerados apropriados à interpretação da Sagrada Escritura?" Esta é a pergunta chave que guia o documento na avaliação, em geral construtiva, de dezenas de métodos científicos de leitura da Bíblia.


 

REIMER, H.; DA SILVA, V. (orgs.) Hermenêuticas Bíblicas: Contribuições ao I Congresso Brasileiro de Pesquisa Bíblica. São Leopoldo: Oikos Editora/UCG/ABIB, 2006, 252 p.

O conteúdo do livro tem origem no I Congresso Brasileiro de Pesquisa Bíblica, realizado em Goiânia em 2004. Milton Schwantes, Ivoni R. Reimer, Rainer Kessler, Júlio Zabatiero, Johan Konings e Nachman Fabel, responsáveis pelas seis conferências principais, abordam as tendências hermenêuticas na atualidade: releituras bíblicas, hermenêuticas de classe, gênero e etnia, hermenêuticas da Bíblia no mundo evangélico, leitura da Bíblia no judaísmo. Além disso, dezenas de pesquisadores/as jovens partilharam suas perspectivas de leitura da Bíblia no Congresso, através das comunicações científicas; quase duas dezenas delas estão publicadas no presente livro.


 

REIMER, I. R.; SCHWANTES, M. (org.) Leituras Bíblicas Latino-Americanas e Caribenhas. RIBLA n. 50 - 2005/1, Petrópolis: Vozes, 2005, 229 p.

O número 50 de RIBLA, Revista de Interpretação Bíblica Latino-Americana, traz 35 ensaios em quatro seções: 5 ensaios caracterizam temas e vidas de 1988, quando a revista começou, até hoje; 11 ensaios tratam do Antigo Testamento; 7 ensaios abordam temas do Novo Testamento e, finalmente, 12 ensaios abordam questões hermenêuticas. O primeiro número de RIBLA, Leitura popular da Bíblia - Por uma hermenêutica da libertação na América Latina - identificava a novidade da leitura bíblica da qual seus fundadores participavam. O número 50, por sua vez, com este título bem menos monolítico, aponta outros desdobramentos e busca novos encaminhamentos, apresentando as percepções dos seus autores à luz de novas hermenêuticas em uso e prática nas academias e nas assessorias bíblicas.


 

WEGNER, U. Exegese do Novo Testamento: Manual de Metodologia. 3. ed. São Leopoldo: Sinodal/Paulus, 2002, 407 p.

Este manual privilegia os diversos passos do método histórico-crítico, mas está igualmente atento para contribuições de outros campos. Pode ser adaptado a diferentes circunstâncias e tem em vista as pessoas que levam a sério a tarefa de auscultar a palavra de Deus no passado e no presente.


BRENNER, A.; FONTAINE, C. (eds.) A Feminist Companion to Reading the Bible: Approaches, Methods and Strategies. Sheffield: Sheffield Academic Press, 1997, 654 p.

A comprehensive account of feminist critical method, a discipline in its own right, and indispensable to any serious student of modern biblical interpretation. Although this volume is the last published in the series Feminist Companion to the Bible, edited by Athalya Brenner, it serves as an introduction to the previously published ten volumes of the series. The sophisticated, thoughtful essays in this book present feminist methodological developments, largely among European and American scholars. Subjects range across disciplines from feminist translation to metacriticism. Authors are male and female, Jewish and Christian. The book contains a marvelous array of perspectives in which the current state of feminist conversation in the West is sampled.


 

CARTER, C. E.; MEYERS, C. L. (eds.) Community, Identity and Ideology: Social-Scientific Approaches to the Hebrew Bible. Winona Lake, Indiana: Eisenbrauns, 1996, 574 p.

This collection of essays seeks to contextualize the history and current state of the social science method and its use in the study of the Hebrew Bible. The social sciences represent a wide variety of perspectives and approaches. This volume has adhered to a more limited definition of social science methods, one that is rooted in sociology and anthropology.


 

CHALCRAFT, D. J. (ed.) Social-Scientific Old Testament Criticism: A Sheffield Reader, Sheffield: Sheffield Academic Press, 1997, 395 p.

Collected here in one volume are the best examples of social-scientific Old Testament criticism from 1981 to 1993 of the Journal for the Study of the Old Testament, an essential introduction to the field.


 

ELLIOT, J.  H. What is Social-Scientific Criticism? Minneapolis: Augsburg  Fortress, 1993, 174 p.

This is a very useful volume to deal with methodologicalJohn Elliot, What is Social-Scientific Criticism? and formal issues pertaining to the New Testament. The primary thrust of the book is to display the bearing that the social sciences have on our understanding of the texts and contexts of the New Testament, with due attention being given to theories and models.


 

ESLER, P. F. (ed.) Ancient Israel: The Old Testament in Its Social Context. Minneapolis: Fortress, 2005. xvii + 420 p. - ISBN 0800637674.

This book is an up-to-date assessment of the current state of the social-scientific analysis of the Old Testament, bringing together path-breaking essays by an international group of biblical scholars on topics in major growth points of the field. The essays are edited versions of papers first presented at the St. Andrews Conference on Old Testament Interpretation and the Social Sciences, held in St. Mary’s College in the University of St. Andrews, Scotland, from June 30 to July 4, 2004. More here, and here [citei este livro também na bibliografia de Introdução à Bíblia].


 

ROHRBAUGH, R. L. (ed.) The Social Sciences and New Testament Interpretation, Peabody, Mass: Hendrickson, 1996, 240 p.

The authors of this volume want to understand the NT by placing it more nearly in the social world out of which it came. All the author are members of The Context Group, an association of scholars interested in using the social sciences as a heuristic aid in NT interpretation. The Context Group tries to learn a new field: the anthropology of the Mediterranean world.


 

TATE, W. R. Interpreting the Bible: A Handbook of Terms and Methods. Peabody, Mass.: Hendrickson, 2006, viii + 482 p. ISBN 1-5656-3515-9. 

This extended glossary of the terminology currently used in interpreting the Bible focuses on the vocabularies of about fifty methods that biblical scholars use in speaking about biblical texts. The topics include actualization, African American criticism, apocalypse, biblical criticism, canonical criticism, chiasm, criteria of authenticity, cultural criticism, deconstruction, discourse analysis, epistolary literature, feminist criticism, form criticism, formalism, genre criticism, Hellenism, household codes, intended reader, intertextual criticism, journey motif, kerygma, liberation theology, literary criticism, marginalization, Marxist criticism, midrash, narration, new criticism, new hermeneutic, oral tradition, papyrus manuscripts, parataxis, philology, point of view, postmodern criticism, proverb, psychoanalytic criticism, queer theory, quest for the historical Jesus, rabbinic literature, reader-response criticism, reception theory, rhetorical criticism, Sachkritik, semiotics, social-scientific criticism, speech act theory, structuralism, subjective criticism, textual criticism, tradition criticism, transactive criticism, voice, womanist theology/criticism, and zealot. W. Randolph Tate is Professor of Humanities at Evangel University in Springfield, Missouri, USA.


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